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Brasil

André defende conciliação na administração estadual

6 Out 2006 - 14h41
O governador eleito André Puccinelli (PMDB) defende uma administração estadual de conciliação, que reúna o Executivo Estadual, os prefeitos de Mato Grosso do Sul, os deputados estaduais e a bancada federal, formada pelos deputados e senadores, em prol dos interesses do Estado. Para Puccinelli, o esforço conjunto dos parlamentares e do Governo do Estado, independente de coloração partidária, será determinante para o sucesso de ações que beneficiarão todos os sul-matogrossenses. "Prefeitos, deputados e nossa equipe, do Governo do Estado, atuarão conjuntamente, reunindo idéias, sugestões e empenhando esforços por Mato Grosso do Sul. Procuraremos e integraremos todos no nosso projeto para o desenvolvimento do Estado, independentemente da sigla partidária", afirmou.
Segundo o governador eleito, a renegociação da dívida do Estado com a União, estimada em R$ 7 bilhões, e a otimização da administração da máquina pública, estão entre as prioridades do Executivo Estadual a partir de janeiro de 2007. "Para a renegociação da dívida, contaremos ainda com o apoio dos demais governadores de estados endividados. Quanto à administração da máquina pública, vamos otimizar os recursos, estudando alternativas para redução de custeio que nos permitam ter mais recursos para investimentos", explicou. Entre as opções analisadas, Puccinelli antecipou que fará mudanças na Sema (Secretaria Estadual de Meio Ambiente) e no Imap (Instituto de Meio Ambiente Pantanal). "Vamos ter somente um órgão gerindo as questões ambientais. Ou Sema ou Imap, ainda estamos estudando", disse. Já a Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) será desmembrada em duas pastas. O objetivo, conforme Puccinelli, é dar maior agilidade e isenção aos órgãos. "Quem prende não pode julgar nem cuidar de presos", afirmou. Além das medidas anunciadas, o governador eleito analisa a redução das secretarias e dos cargos comissionados, para "enxugar" a administração estadual.
Atualmente, o primeiro escalão do governo conta com 12 secretarias. São elas: Educação; Justiça e Segurança Pública; Saúde; Casa Civil; Gestão Pública; Receita e Controle; Planejamento, Ciência e Tecnologia; Cultura; Juventude, Esporte e Lazer; Meio Ambiente; Infra-Estrutura e Habitação e Produção e Turismo. Para integrar as pastas, que serão reestruturadas, estão confirmados, conforme Puccinelli, os nomes de Edson Giroto, Tânia Garib, Mário Sérgio Lorenzetto, Beatriz Dobashi, Nilene Badeca, Osmar Jeronymo e Carlos Marun. O governador eleito informou ainda que a transição de governo ocorrerá "da melhor forma possível". "Disposição nós temos para que nos integremos e acreditamos que a transição ocorrerá de forma responsável", disse. Esta semana, o governador Zeca do PT designou o chefe da Casa Civil, Raufi Marques, para comandar o grupo de técnicos do governo que trabalharão conjuntamente com a equipe técnica formada por Puccinelli, já nas próximas semanas.

 

 

Terra Redação


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