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Alcides Bernal paga "mico" na Câmara ao seguir determinação de sua assessoria técnica

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), fracassou na tentativa de convencer os vereadores

13 Set 2013 - 07h00Por Correio do Estado

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), fracassou na tentativa de convencer os vereadores a votarem dois projetos de suplementação de mais de R$ 117,4 milhões para pagamento de salário de servidores municipais. Alguns vereadores informaram ao prefeito não ser necessária a suplementação para a folha salarial. Mesmo assim, o prefeito insistiu na aprovação dos projetos por recomendação de seus técnicos. A reportagem está na edição desta sexta-feira (13) do jornal Correio do Estado.

O vereador Paulo Siufi (PMDB) considerou equivocada a posição da assessoria do prefeito. Para Siufi, prefeito se atrapalhou e não conseguiu explicar o pedido de aprovar urgentemente os projetos, depois de ser alertado de não precisar de recursos suplementares para salários.

O vereador Paulo Pedra (PDT) seguiu o mesmo raciocínio dizendo que Bernal não precisa de suplementação orçamentária para pagar salário. A legislação ampara o uso de dinheiro, sem depender de crédito suplementar, para pagamento de salário dos ocupantes de cargos sociais, previdenciária e precatórios.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Mario Cesar (PMDB), disse que se o chefe do Executivo buscasse ter melhor relacionamento com os vereadores, a visita pontual para pedir aprovação das matérias seria desnecessária. Mas, também, não vê sentido a aprovação do crédito suplementar para pagamento de salários.

Por falta de detalhamento técnico, as propostas – entregues à Câmara no dia 30 de agosto – ainda não foram votadas.

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