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Acordo entre Ivinhema e Angélica gera cooperação em projeto ambiental

Prefeituras das duas cidades e o Grupo Adecoagro vão implantar aterro sanitário com área de 13,86 hectares

1 Mar 2011 - 12h39Por Fátima News

Os municípios de Ivinhema e Angélica, juntamente com o Grupo Adecoagro vão construir um aterro sanitário para dar fim aos resíduos sólidos urbanos das duas cidades.  E para firmar a cooperação e discutir novas etapas dessa empreitada, os prefeitos Renato Câmara (Ivinhema) e João Cassuci (Angélica) se reuniram com representantes do grupo Adecoagro.

 

A reunião aconteceu na tarde de ontem, na Prefeitura de Ivinhema e contou também com a presença do diretor da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Turismo de Ivinhema (Fumatur), Paulo Cezar Tamanini, e do assessor jurídico Pericles Garcia Santos.

 

Segundo o diretor da Fumatur, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) concedeu a Licença Prévia e agora é esperada a Licença de Implantação, o que autoriza o inicio da obra.  “A expectativa é  grande para dar inicio a obra que será um verdadeiro marco na história ambiental de Ivinhema”, disse ele.

 

Ao mesmo tempo que será construído o Aterro Sanitário, também será realizado o Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) para o atual lixão, sujeito a avaliação e aprovação do IMASUL, onde serão propostas medidas para cessar os impactos ambientais na área.

 

O aterro será implantado na Rodovia MS 141 Angélica/Ivinhema, na Gleba Piravevê, com área de 13,86 hectares e sua vida útil é de aproximadamente 20 anos.

 

Para o prefeito Renato Câmara as futuras gerações serão as maiores beneficiárias deste projeto, pois terão um meio ambiente melhor protegido. “Além de não poluir, essa obra melhora a qualidade de vida da população, traz benefícios para a saúde pública e ainda resolve o atual problema dos lixões”.

 

As parcerias para a viabilização deste projeto é destacada pelo prefeito de Angélica, João Cassuci. "A construção do aterro surgiu da necessidade de uma gestão ambiental eficiente. Diante do alto custo de manutenção de um aterro, só é possível devido à boa relação que temos com o município vizinho e com o Grupo Adecoagro”.

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