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Acadêmicos trocam o trote por campanha contra dengue

4 Mar 2010 - 08h48Por Dourados Agora
Veteranos recepcionaram calouros com atividade educativa que mobilizou população no praça

Cerca de 120 alunos distribuíram panfletos e orientaram sobre a dengue

Valéria Araújo

Estudantes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) trocaram os trotes por ações educativas. Maneira criativa de recepcionar os calouros.
Ontem, cerca de 120 acadêmicos do curso de enfermagem foram à praça central para mobilizar contra a dengue. Veteranos e calouros uniram forças e durante a manhã distribuíram panfletos de orientações preventivas contra a doença. Num contato direto com a população, o grupo ainda alertou sobre os riscos da dengue e maneiras de combate-la. Os trabalhos se estenderam até a tarde com visitas nos bairros onde há maior número de pacientes infectados com a dengue.
Ainda esta semana, o grupo pretende se deslocar para o Hemocentro e doar sangue. A medida tem a finalidade de repor os estoques, que estão escassos devido a baixa doação nos últimos dias, por conta da dengue que já acometeu muitos doadores.
A troca de experiências entre calouros e veteranos valeu a pena, segundo o professor do curso, Roberto Dias de Oliveira. Para ele, o recém ingresso na universidade, tem a oportunidade de conhecer a atividade profissional de maneira geral. “Eles têm uma ideia do que de fato é a profissão; que não se restringe apenas ao atendimento dentro dos hospitais”, conta.
Os acadêmicos do 3º ano de enfermagem, Murilo Rodrigues Gomes, de 19 anos e Guilherme Oliveira, foram os responsáveis pela ação. A idéia partiu deles, que viram a iniciativa em outras universidade Brasil afora e adaptaram para a realidade de Dourados. Para dar certo, os veteranos, orientados pelo professor, auxiliavam os calouros nos trabalhos.
“A linguagem fácil, sem termos técnicos, possibilitou uma compreensão tanto da população quanto para os novos alunos, que já chegam aprendendo na essência o que é a profissão que escolheram”, conta.
Segundo ele, os trabalhos de orientação, promoção e prevenção são atribuições da carreira. “Na prática foi isto que tentamos fazer durante as atividades”, conta.
A dona-de-casa Maria Aparecida Dias de Souza, de 63 anos, moradora no Jardim Flórida, aprendeu a lidar com as plantas. Após receber orientação dos alunos ela disse que a partir de agora, os recipientes das bromélias e violetas que cultiva, serão preenchidos com terra para não acumular água parada. “Não sabia que em tão pouca quantidade de água podia ser possível a criação do mosquito”, ressalta. 

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