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Fátima do Sul, 24 de Abril de 2017
20 de Fevereiro de 2017 13h22

Anvisa proíbe venda de lote de extrato de tomate com pelo de roedor acima do limite

O laudo é do laboratório de Minas Gerais:

Diário Gaúcho

Foi proibida a venda de mais um lote de extrato de tomate da Heinz com pelo de roedor acima do limite. A resolução está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As informações são do blog Lado Natureba, da Rádio Gaúcha.

O laudo é do laboratório de Minas Gerais:

"apresentou resultado insatisfatório ao detectar matéria estranha indicativa de risco à saúde humana, pelo de roedor, acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente"

Leia mais:
Pelos de roedor, insetos e fungos: veja o que é permitido em alimentos que você consome

A Anvisa proíbe a distribuição e comercialização do lote L. 11 07:35 do extrato de tomate da marca Quero. É produzido por Heinz Brasil S.A, na fábrica que fica em Nerópolis (GO).

A empresa tem que recolher o estoque que já está no mercado.

A marca Quero foi comprado pela Heinz em 2011, quando ainda era uma empresa dos Estados Unidos. Dois anos depois, a Heinz foi comprada pelo grupo brasileiro 3G e pelo investidor norte-americano Warren Buffet.

Acima do limite? Entenda:

Há limites para materiais estranhos em alguns alimentos. Vão de pelos a insetos inteiros. Acima dessa tolerância que a Anvisa considera prejudicial à saúde.

O limite foi estabelecido por legislação de 2014. Os fragmentos não podem ser vistos a olho nu. Até então, não eram tolerados pela Anvisa.

Na época da norma que implementou os limites, a Anvisa alegou que era inviável muitas vezes eliminar todos os fragmentos. Exemplos de produtos que permitem, até um limite, a presença de matérias estranhas.

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