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DEODÁPOLIS - ASFALTO NA MS-274

Moradores do distrito de Porto Vilma comemoram chegada do asfalto na MS-274 em Deodápolis

O governo do Estado iniciou a pavimentação de um

4 Nov 2013 - 13h14Por NOTÍCIAS.MS

Uma importante via está tomando forma na MS-274. O governo do Estado iniciou a pavimentação de um trecho de 13,7 quilômetros que interliga o Distrito de Porto Vilma, passando pela Vila União até o acesso à rodovia MS-145, no município de Deodápolis. Nesta segunda-feira (4), o governador André Puccinelli vistoriou o canteiro das obras.

Ao lado de técnicos da empresa responsável pela execução da obra, o governador foi informado sobre as etapas da pavimentação da rodovia. Os serviços começaram no mês de julho deste ano e têm previsão de término de 270 dias. De acordo com o engenheiro da obra, Adilson Mendes Soares, esta já está 35% executada. “Já temos três quilômetros de terraplenagem pronta, limpeza de toda a faixa e domínio e um quilômetro de base imprimada”, informou. A base imprimada é a última etapa para a chegada da capa asfáltica.  

         Conforme o engenheiro são 13,7 quilômetros de rodovia simples com um canteiro central de dois metros, além de 500 metros de rede de drenagem na Vila União. Esta última será contemplada com 1,6 quilômetros de asfalto e a vizinha Porto Vilma com um quilômetro de avenida pavimentada. Os recursos são de R$ 12,6 milhões.

        Fim do isolamento

Ao término da visita o governador André Puccinelli disse à imprensa local que sabe como os pequenos distritos e vilarejos do Estado sofrem com a falta de asfalto. “Até o final do meu mandato, onde eu puder realizar obras, vamos interligar as regiões e fazer com que os pequenos municípios, vilarejos e distritos possam ter malha asfaltada. Para nós é uma satisfação porque traz o progresso para a região”, disse.

 

 

Contabilizando as obras de asfalto que o governo do Estado vem executando desde o ano de 2007, Puccinelli informou que até o fim de 2014 serão 3.663 quilômetros de vias pavimentadas entre construídas e recapeadas no Estado.

Menos poeira, mais desenvolvimento

“Pra chegar até Deodápolis a gente fazia em torno de duas horas. Agora é ligeirinho. Isso aqui é uma coisa muito boa para nós”, comentou o aposentado Francisco Saraiva, de 71 anos. O asfalto vai passar em frente à casa dele e da esposa, Leopoldina, de 82 anos. “Tudo depende do asfalto, porque tudo é em Deodápolis. É banco, é médico e agora vai ser uma benção”, completou dona Leopoldina.

Morador há 53 anos no município e 30 anos em Porto Vilma, Francisco Saraiva não acreditava na chegada do asfalto. “Quando vi as estacas brinquei dizendo se era para encontrar o asfalto velho. Para a gente isso aqui é uma grandeza só. É um sonho. Nunca achei que ia ver um asfalto passando na minha casa”, declarou.

 

                        No vilarejo ao lado, na Vila União, o comerciante Elisvan de Souza também está satisfeito com a chegada do asfalto. “Vai acabar com a poeira e vai manter aqui tudo mais limpinho. A mercadoria, então, nem se fala”, salientou. Ele conta que até para receber a mercadoria era preciso ter paciência, já que ninguém queria enfrentar a estrada de atoleiro para entregar a encomenda. “Quando chovia era difícil de receber a mercadoria que vinha de Deodápolis. O vendedor ou atrasava ou nem passava. Agora os visitantes que passarem por aqui vão poder parar aqui com tranquilidade e comprar alguma coisa”, contou.

 

                        Tranquilidade também para quem precisa ir à escola ou ao trabalho. Cláudio Henrique de Castro, de 18 anos, não vê a hora de poder usar a rodovia. “Tudo melhora, o nosso transporte, o escoamento da produção. É progresso com certeza”, destacou.

                   Mais produção

A visita ao canteiro de obras contou com a presença da prefeita de Deodápolis, Maria Viana, que agradeceu pela tão sonhada obra. “Vai beneficiar os moradores porque vai acabar com a poeira e vai escoar a produção de cana-de-açúcar porque hoje nós temos muita lavoura nesta região. É um anseio de 20 anos numa obra de grande importância”, agradeceu.

O asfalto novo chegando na rodovia também despertou olhares de cooperativas da região que vão utilizar a logística para escoar a produção de grãos. “Hoje a logística é importante porque diminui o custo da produção. Com certeza trará mais rapidez no fluxo de transporte da colheita e o caminhão não vai mais atolar”, comentou o diretor vice-presidente da Cooperativa Agrícola Sul-Mato-Grossense (Copasul), Yoshihiro Hakamada. A cooperativa está construindo silos na região de Dourados para a armazenagem de soja e milho e a produção deverá ser escoada também pela rodovia.

O evento contou com a presença do secretário de Desenvolvimento Regional e dos municípios, Nelson Trad Filho, além dos deputados estaduais Junior Mochi e Eduardo Rocha.

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