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OPERAÇÃO SAQUEADOR

Delcídio depõe amanhã em ação que investiga desvio de R$ 370 milhões

O ex-senador Delcídio do Amaral não compareceu ontem, dia 14 de fevereiro, à audiência com o juiz Marcelo Bretas

15 Fev 2017 - 07h58Por Agência Brasil

O ex-senador Delcídio do Amaral não compareceu ontem, dia 14 de fevereiro, à audiência com o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Contudo, ele já tem nova data para se apresentar como testemunha de acusação no processo da Operação Saqueador que investiga um esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no valor de R$ 370 milhões. A nova audiência foi marcada para esta quinta-feira (16), às 14 horas, no prédio da Justiça Federal, na região portuária do Rio.

Também ontem estava previsto o depoimento de Rubmaier Ferreira de Carvalho, apontado como contador de empresas de fachada do contraventor Carlinhos Cachoeira. Carvalho falaria de Brasília, por videoconferência, mas um problema no áudio obrigou o juiz a remarcar a participação dele também para a quinta-feira, às 10h.

Na Operação Saqueador, os principais acusados são o dono da Construtora Delta, Fernando Cavendish, e o contraventor Carlinhos Cachoeira. Além deles, foram denunciadas 21 pessoas, entre executivos, diretores, tesoureira e conselheiros da empreiteira e proprietários e contadores de empresas fantasmas, criadas pelo contraventor e pelos empresários Adir Assad e Marcelo Abbud.

Para esta quarta-feira (15), o juiz Bretas marcou para as 13 horas os depoimentos dos ex-executivos da empreiteira Andrade Gutierrez Rogério Nora de Sá, Flávio David Barra e Clóvis Renato Primo.

Os três já prestaram declarações à justiça. Rogério e Clóvis informaram que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, para garantir contratos com a Andrade Gutierrez, recebia pagamentos mensais de R$ 300 mil em propinas por obras para a Copa do Mundo, no Estádio do Maracanã. Flávio Barra já foi condenado por Bretas na Operação Lava Jato e, junto com o ex-presidente da empresa, Otávio Marques de Azevedo, teve um acordo de delação homologado pelo ministro do Supremo Tribunal FederalTeori Zavascki, que morreu em janeiro deste ano.

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