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política

Assembleia aprova em segunda votação projeto que propõe transparência em hospitais de MS

2 Out 2013 - 15h44Por Assessoria
O projeto de lei do deputado estadual, Amarildo Cruz (PT), que obriga os hospitais de Mato Grosso do Sul a fixarem, em local visível, a lista com os nomes dos médicos plantonistas e dos responsáveis pelo plantão, foi votado em segunda discussão na sessão de hoje (2) da Assembleia Legislativa.

A proposta prevê ainda que junto ao nome completo do médico sejam disponibilizadas fotos, número do registro profissional, especialidade médica e a identificação dos responsáveis administrativos e dos médicos responsáveis pela chefia do plantão nos respectivos dias e horários.

“Essa proposta é de extrema importância, principalmente para a população sul-mato-grossense, pois além de trazer transparência aos hospitais do Estado, aumentará o controle social, fazendo com que o cidadão tenha a possibilidade de avaliar a qualidade do serviço médico, e mais, saber se esse profissional realmente encontra-se na unidade de saúde durante o seu plantão”, explicou o parlamentar.

De acordo com o deputado estadual Amarildo Cruz, que atualmente preside a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa, a saúde é uma das prioridades da população de Mato Grosso do Sul. “Uma maneira de melhorar a saúde é garantir à população o acesso ao nome dos médicos e plantonistas. Por isso, desde que apresentei a proposta, há 3 meses, trabalhamos para que fosse aprovada o mais rápido possível”, destacou.

O autor da proposta destaca que durante os trabalhos de investigação da Assembleia Legislativa ficou comprovado que o grande problema da saúde pública no Estado é o descumprimento da carga horária dos médicos. “Sem dúvida, a aprovação dessa proposta é uma resposta ao trabalho que estamos fazendo na CPI da Saúde, que por sinal já apresentou outros resultados positivos. Decidimos apresentar esse projeto porque ficou evidente a necessidade de resolver o quanto antes o problema do descumprimento da carga horária”, salientou.

A proposta segue agora para sanção do Executivo Estadual.  “Acredito que o Governo do Estado não terá problemas em aprovar esse projeto de lei, visto que ele só trará benefícios para a população, além de não onerar os cofres públicos. Tenho plena convicção que vamos conseguir mudar essa realidade que tanto afeta a vida dos pacientes que procuram atendimento médico nas unidades de saúde de Mato Grosso do Sul”, finalizou.

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