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HACKER DE PAPEL

Vereador cobrava para não mentir na internet

Calúnias seriam publicadas nas redes sociais

17 Jul 2019 - 15h11Por Correio do Estado

Ex-vereador e presidente da Câmara Municipal de Brasilândia, Paulo Sérgio de Abreu foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE-MS) por ameaçar publicar difamações de parlamentares em perfil de Facebook. Os valores para que Abreu não publicasse calúnias contra os parlamentares era de R$ 180 por mês. O ex-presidente da câmara contava com a ajuda de seu sobrinho Elielyton Abreu Martins Cordeiro.

De acordo com o documento, entre junho e julho de 2017, Paulo Sérgio de Abreu, então Presidente da Câmara de Vereadores, convidou cinco vereadores de Brasilândia para uma reunião no Gabinete da Presidência, oportunidade em que exigiu, mediante grave ameaça à honra, a quantia mensal de R$180 para pagar uma terceira pessoa, que supostamente impediria publicações difamatórias a respeito dos vereadores em redes sociais, especialmente pela página do Facebook denominada “Bras Ney”, ameaçando aqueles que não aderissem à proposta com “o risco do descontrole” sobre tais publicações. As quantias foram exigidas e pagas por quatro meses.

De acordo com informações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) a investigação, conduzida pela Promotoria de Justiça de Brasilândia, com o apoio do Gaeco, apura os crimes de integrar organização criminosa, extorsão, estelionato e lavagem de capitais, contra diversas vítimas, inclusive outros vereadores do mesmo município.

Participaram da operação quatro promotores de Justiça e 15 policiais militares. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Comarca de Brasilândia.

A operação contou com o apoio do GAECO de Londrina e da Promotoria de Justiça de Cornélio Procópio, cidade onde reside um dos investigados. A Delegacia de Polícia Civil de Brasilândia também auxiliou durante as diligências.

O nome da operação “Hacker de Papel” faz alusão à criação de páginas falsas em redes sociais (facebook), perfis denominados “Bras Ney”, “Braz Ney" e outros nomes similares, por meio das quais os investigados realizavam a extorsão das vítimas, campanhas estelionatárias, diversas difamações a agentes públicos, políticos locais de Brasilândia e de Santa Rita do Pardo.

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