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TRAFICANTE

Preso no Paraguai, Pavão continua chefiando remessa de drogas ao Brasil

16 Mai 2017 - 16h18Por Campo Grande News

Mesmo preso no Paraguai, o traficante sul-mato-grossense Jarvis Gimenez Pavão continua sendo um dos principais fornecedores de maconha e cocaína para o Brasil. A denúncia foi feita em um documento encaminhado pela Justiça do Rio Grande do Sul para a juíza paraguaia Lici Sanchez, que atualmente analisa o pedido de extradição do brasileiro.

De acordo com o relatório, 850 quilos de cocaína e 420 quilos de maconha retidos em 12 apreensões feitas nos últimos meses tiveram Jarvis Pavão como responsável pelo envio ao território brasileiro.

Ainda segundo o documento, Pavão comandava o narcotráfico da cela luxuosa que tinha construído no presídio de Tacumbu e continua fazendo o mesmo da sede de um grupo especializado da Polícia Nacional, para onde foi levado em julho do ano passado.

A transferência tinha sido determinada após o governo paraguaio ser alertado pelo Brasil de que Pavão continuava comandando o tráfico, mesmo preso. A situação se repete, segundo o jornal ABC Color.

Prisão decretada – Já condenado a 17 anos de prisão por tráfico em Santa Catarina – antes de fugir para o Paraguai, em 2008, Pavão comandava a distribuição de drogas na região de Balneário Camboriú – o sul-mato-grossense natural de Ponta Porã teve a prisão decretada em março deste ano pela juíza Karen da Silva Cordeiro, do Rio Grande do Sul.

A ordem foi emitida após a prisão de 21 pessoas ligadas ao narcotraficante serem presas com carregamentos de maconha e cocaína.

“A investigação comprova que Pavão continua fornecendo toneladas de cocaína a traficantes brasileiros, mesmo preso em uma unidade prisional paraguaia. Atualmente, Pavão é o principal fornecedor de drogas radicado no Paraguai”, afirma o documento da Justiça brasileira.

Comparsas – Com apoio de Dario José Theobald, responsável pela distribuição dos carregamentos, Jarvis Pavão mantém uma cadeia de distribuição de drogas no Rio Grande do Sul, onde seu principal aliado no tráfico é Marco Braga Campos, o “Chapolin”.

Segundo o relatório da juíza gaúcha, escutas telefônicas e mensagens de texto interceptadas pela polícia comprovam que Pavão continua dando as cartas no cartel da droga.

Com esse documento, o Brasil espera que o Paraguai acelere a extradição de Jarvis Pavão, que cumpre pena de oito anos por associação criminosa no Paraguai. A sentença termina em dezembro deste ano.

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