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Fátima do Sul, 27 de Março de 2017
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17 de Março de 2017 10h45

Mulher atingida por pilar morre após 45 minutos de tentativa de reanimação

Selma estava deitada em rede quando estrutura desabou

Correio do Estado

Socorristas tentaram durante 45 minutos reanimar a mulher atingida por pilar de concreto, na manhã de hoje, porém ela não resistiu. Selma Bocardi, 61 anos, estava deitada na rede da casa onde morava quando a estrutura que também tinha parreira de maracujá plantada cedeu. O acidente aconteceu por volta das 7h50min, na Avenida das Bandeiras, quase esquina com a Rua Sol Nascente, no Bairro Marcos Roberto, em Campo Grande.

De acordo com socorrista do Corpo de Bombeiros, aparentemente não havia lesões no corpo de Selma. Porém, a barriga dela estava inchada e pode ser que tenha sofrido hemorragia interna. Também não é descartada a possibilidade de a mulher ter sofrido parada cardíaca, devido ao susto que levou. “ A causa da morte será comprovada somente com laudo de exame necroscópico que o corpo será submetido”, comentou bombeiro militar empenhado na tentativa do salvamento.

O CASO

O pilar que cedeu e caiu sobre Selma além de segurar a rede que ela estava deitada, também servia como estrutura de pergolado, onde existe parreira de maracujá plantada há 10 anos. Filha da vítima, Laura Lopes, 30 anos, acredita que tanto o peso da planta quanto da vítima tenham colaborado para a queda do pilar. Neta de Selma, de cinco anos, viu momento do acidente e ficou assustada. “Eu estava dentro da casa e minha filha junto com minha mãe. Quando o pilar caiu ela foi correndo me avisar”, disse Laura, em estado de choque.

Quatro viaturas de resgate do Corpo de Bombeiros e uma do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) mobilizaram-se para o atendimento.

Mecânico que trabalha perto da casa da vítima foi um dos voluntários que ergueram o pilar. "Precisou de três homens. É muito pesado. Pensei que ela tivesse morrido na hora", comentou Luismar Nogueira, 39 anos.

Filha de Selma disse, ainda, que a mãe usava colete cervical devido a agressões sofridas por assaltante há cerca de um mês e meio.

Bombeirros tentaram socorrer Selma, mas ela não resistiu (Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado)
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