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Guarda preso com arsenal trabalhava também como segurança particular na Capital

Conforme testemunhas, Marcelo Rios, agora preso preventivamente, trabalhava para empresário da Capital

22 Mai 2019 - 12h49Por Campo Grande News

O guarda municipal Marcelo Rios, preso no domingo (19) com um arsenal de guerra em Campo Grande, trabalhava como segurança particular de um empresário da Capital. Conforme a polícia, ele era o responsável por transporte das armas que podem ter sido usadas em pelo menos três execuções em Campo Grande.

À polícia, ela contou que Marcelo estava em Bonito com a família, mas que a viagem foi interrompida por uma mensagem do “trabalho de segurança particular”. O casal voltou para Campo Grande na manhã de domingo (19) e, horas depois, o guarda foi preso no cruzamento da Avenida Eduardo Elias Zahran com Rua Rodolfo José Pinho, no Jardim São Bento.

Para a polícia, ela afirmou ainda que há alguns meses o marido contou que o filho do empresário perguntou a ele se gostaria de ganhar uma casa. Na data, Marcelo passou em frente ao imóvel e apontou a residência à mulher, que pediu para ele não aceitar a oferta.

Tempo depois, ele voltou a tocar no assunto, desta vez, alegando que estava negociando uma casa na mesma região, do bairro Monte Líbano, mas negou que fosse a mesma oferecida pelo chefe. Durante os últimos seis meses, o mesmo imóvel foi frequentado por Marcelo, a mulher, a ex-mulher e os filhos, em algumas ocasiões, como churrascos e banhos de piscina.

Para a família, o guarda contava duas versões sobre o local: que estava apenas cuidando para o verdadeiro proprietário e que aguardava “arrumar as coisas” para se mudar para lá. Depois de preso, se negou a prestar depoimento à polícia e não esclareceu a verdade sobre a relação dele com o imóvel no Monte Líbano, onde também foram encontradas as armas.

 

Rua bloqueada no meio da tarde para operação policial (Foto: Direto das Ruas)Rua bloqueada no meio da tarde para operação policial (Foto: Direto das Ruas)

O flagrante – Marcelo virou alvo de equipes do Garras e do Batalhão de Choque da Polícia Militar após denúncias. Depois de encontrarem um carregador de pistola com capacidade para 30 munições com o suspeito, as equipes foram a três endereços ligados a ele e encontraram arsenal de guerra na residência do Bairro Monte Líbano.

As investigações do Garras apontaram ainda que as armas foram deixadas na casa por uma terceira pessoas, que supostamente teria trabalhado junto com Marcelo no mês passado. O arsenal estava guardado em um banheiro e também em um baú trancado com cadeado. A chave foi encontrada dentro do carro de Marcelo.

 

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