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Fátima do Sul, 28 de Maio de 2017
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24 de Abril de 2017 15h53

Frigorifico JBS é multado em R$ 1 milhão por vazamento de amônia

CORREIO DO ESTADO
Vazamento de amônia aconteceu no dia 6 deste mês - Foto: Paulo Ribas / Correio do EstadoVazamento de amônia aconteceu no dia 6 deste mês - Foto: Paulo Ribas / Correio do Estado

Frigorifico JBS foi multado hoje em R$ 1 milhão pela Polícia Militar Ambiental (PMA) devido ao vazamento de amônia ocorrido no dia 6 de abril, na unidade de Campo Grade. Cerca de 100 funcionários tiveram intoxicação e foram encaminhados a unidades de saúde no dia.

De acordo com a PMA, equipe esteve no local um dia depois e notificou a empresa a sanar o vazamento, recolher e apresentar o plano de tratamento da água residual utilizada na contenção do gás de amônia (NH3) e apresentar relatório de controle de emissões atmosféricas e de todas as medidas de contingenciamento contra danos ambientais e à saúde dos funcionários em 24 horas.

Prazo foi estendido a pedido da JBS e hoje, policiais foram novamente ao frigorífico e verificaram que a empresa tomou as medidas, atendendo a notificação.

No entanto, depois de todas as avaliações, PMA lavrou multa referente à infração de poluição, com base na Lei de Crimes Ambientais, em que artigo tipifica como infração passível de multa “causar poluição de qualquer natureza em níveis que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana”.

Dessa forma, mesmo tendo sido tomadas todas as medidas corretivas, houve danos à saúde de vários funcionários e, por este motivo, foi aplicada multa de R$ 1 milhão.

Segundo a PMA, multa lavrada é a primeira peça de um processo administrativo que será julgado pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul). Depois da defesa do JBS, órgão julgador poderá acatar, aumentar ou diminuir o valor da multa aplicada.

VAZAMENTO

O vazamento de amônia aconteceu depois de rachadura em equipamento da sala de máquinas. O local foi isolado e interditado pelo Corpo de Bombeiros.

Depois do vazamento, 10 trabalhadores tiveram situação mais crítica e precisaram de oxigênio. Estes foram levados para atendimento em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Coordenadoria de Urgência da Prefeitura da Capital estimou que o número de vítimas do vazamento fosse de aproximadamente 100 pessoas.

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