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Foto: Divulgação
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Letícia Gottardi morreu após tomar duas injeções, que continham dipirona. Letícia era alérgica ao me
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A Polícia Civil de Bonito, município distante 300 quilômetros de Campo Grande, espera o resultado do laudo sobre a morte da jovem Letícia Gottardi de 20 anos, para ouvir a médica Caroline Franciscato de Godoy. Ela teria receitado dipirona para a jovem, alérgica ao medicamento, que acabou morrendo horas depois no Hospital Darci João Bigaton.
O delegado responsável pelas investigações, Roberto Gurgel de Oliveira Filho informou ao MS Record.com.br, que devido ao tipo de exame, o laudo ainda não foi concluído. Conforme o titular, a polícia espera agora, a conclusão do laudo para ouvir a médica Caroline.
"Todos os procedimentos sobre o caso já foram feitos, agora estamos esperando o resultado do laudo, para que a médica preste esclarecimentos. Saber a parte dela sobre o que aconteceu", informou o delegado.
Ao todo, nove pessoas já foram ouvidas sobre o caso, entre familiares, amigos e plantonistas do hospital no dia do fato.
Afastamento
A médica Caroline Franciscato de Godoy não está atendendo no hospital Darci João Bigaton. O assessor jurídico do hospital, José Amezi informou que não houve afastamento. A médica apenas não está no hospital, porque trabalha em uma empresa terceirizada, que presta serviços ao município de Bonito.
O caso
Letícia Gottardi morreu no dia 7 de abril após receber injeção de dipirona, medicamento que a jovem era elérgica. Letícia foi levada para o hospital Darci João Bigaton, na tarde de sexta-feira (6), com fortes dores abdominais.
Ela passou por consulta, foi medicada e retornou para casa. A jovem foi encaminhada outras vezes para o hospital, com os mesmos sintomas. Ela passou por consulta, foi medicada e liberada.
Ainda segundo familiares da vítima, em todas as vezes que esteve no hospital, a jovem informou aos médicos de plantão que era alérgica a remédios a base de dipirona.