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23 de Novembro de 2016 14h37

Mais jovem dos secretários deve ser responsável pela Saúde em Dourados

André Bento / 94FM Dourados
Renato Vidigal é médico generalista e nome forteRenato Vidigal é médico generalista e nome forte

Aos 31 anos, o médico generalista Renato Oliveira Garcez Vidigal deverá ser responsável pelo setor com maiores problemas a serem solucionados na administração pública durante a gestão da prefeita Délia Razuk (PR), a Secretaria de Saúde. Mais jovem entre os cotados para as secretarias municipais, ele terá a maior fatia do orçamento de 2017, estimado em R$ 223 milhões - conforme o projeto de lei encaminhado à Câmara de Vereadores pelo atual prefeito, Murilo Zauith (PSB).

Formado em Medicina na turma de 2009 da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Renato Vidigal já atuou no poder público como secretário-adjunto de Saúde. Ele ocupou esse cargo justamente quando Délia esteve, de forma interina, no comando do município, de novembro de 2010 a fevereiro de 2011.

Naquela ocasião, o jovem adjunto já aparecia como um dos nomes fortes da gestão municipal, uma vez que o titular da pasta, o oncologista David Vieira, só foi nomeado dias depois. Vidigal também atuou no HV (Hospital da Vida), onde chegou a envolver-se numa polêmica, quando foi acusado de agredir outro médico que acompanhava paciente vinda de Nova Andradina.

Atualmente, o clínico geral atende em hospitais particulares da cidade e chegou a ser mencionado pelo PR (Partido da República), sigla da prefeita eleita, como um dos pré-candidatos na disputa pelas 19 vagas na Câmara Municipal durante o pleito deste ano. Contudo, Vidigal não teve o nome lançado na campanha e permaneceu nos bastidores, na condição de um dos principais aliados de Délia.

GESTÃO PLENA

De acordo com o Orçamento Municipal de 2017, enviado por Zauith ao Legislativo e aprovado com o voto inclusive da prefeita eleita, a Secretaria Municipal de Saúde, hoje comandada pelo médico Sebastião Nogueira, terá a seu dispor R$ 223 milhões. É a maior fatia dos R$ 880 milhões previstos para a Prefeitura de Dourados no próximo ano.

Considerada a área mais crítica da gestão pública municipal, a Saúde enfrenta problemas com sub-financiamento, segundo o atual chefe da pasta. Por mais aporte financeiro do Estado de Mato Grosso do Sul e do Governo Federal, a administração Zauith ameaça abrir mão da gestão plena do setor, um controle que o município detém desde 1996 para gerenciar o atendimento de uma população estimada em 800 mil habitantes oriundos de 35 municípios sul-mato-grossenses.

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