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Fátima do Sul, 24 de Novembro de 2017
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14 de Julho de 2017 07h24

Justiça de MS aceita denúncia por homicídio qualificado contra jovens por morte de garoto em lava-ja

De acordo com o Ministério Público, agora, os jovens passam a ser réus por homicídio com intenção de matar qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima

G1 MS

A Justiça de Mato Grosso do Sul aceitou denúncia contra dois jovens pela morte de Wesner Moreira da Silva, de 17 anos, que teve uma mangueira introduzida no ânus, em um lava-jato de Campo Grande, ocorrido no dia 3 de fevereiro de 2017.

Agora, com a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE aceita pelo juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, o dono do lava-jato, Thiago Demarco Sena, e o funcionário dele na época, William Henrique Larrea, passam a ser acusados por homicídio doloso qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima.

Para o Ministério Público, William se prevaleceu do porte franzino da vítima, "imobilizou-a e agarrou-a pela frente do corpo, segurando seus braços e tórax, de forma a impossibilitar sua fuga". Ainda conforme o MPE, Thiago ligou o compressor de ar e introduziu a mangueira de ar no adolescente.

 
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Wesner morreu após ter ficado 11 dias internado na Santa Casa (Foto: Reprodução/ TV Morena)

O MPE resume. "Assim, caracterizada a qualificadora, visto que a vítima imobilizada pelos denunciados, não teve qualquer chance de esboçar reação e de se defender, tampouco de fugir da investida que sofreu”.

Entenda

Wesner Moreira da Silva foi socorrido em estado grave para a Santa Casa pelos próprios agressores. O jato de ar causou diversas lesões e fez o garoto perder parte do intestino. Ele ficou internado na Santa Casa de Campo Grande por 11 dias antes de morrer.

Enquanto esteve no hospital, o adolescente contou para a família detalhes sobre a agressão, disse que perdoava os suspeitos, mas pediu que eles fossem presos, segundo a família. William era amigo de Wesner e familiares.

Em março, a Justiça negou pedidos de prisão de Thiago e William. Nenhum dos envolvidos tinha ficha criminal.

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