Armados com pistolas, um revólver, munições e ferramentas para “estourar” caixas eletrônicos, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) prendeu o bando que chegava a Campo Grande para cometer assaltos.
Durante investigação, realizada pela Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), a polícia descobriu que um deles é foragido da Justiça do Paraná, condenado pelo crime de roubo e o outro seria integrante de uma facção criminosa que age nos presídios de São Paulo.
Atualmente eles estavam morando em Curitiba (PR). O bando chegou a Capital em um veículo Vectra prata, placa KDE 7982, com mais duas mulheres (esposas) e um adolescente de 14 anos. Em atitude suspeita, os homens da PRF decidiram realizar a abordagem no posto policial localizado no Km 454, da BR – 262.
“O depoimento deles era contraditório a todo momento, dizendo que chegaram para visitar um tia e também realizar um curso em uma igreja evangélica. E, ao checar um fundo falso no carro, encontramos as pistolas, prontas para serem usadas e eles acabaram confessando o crime”, afirma o chefe substituto da delegacia da PRF de Campo Grande, Emerson Silva de Souza.
Com a Garras já realizava investigações de roubos a bancos e possíveis alvos em Campo Grande, o foragido da justiça Patrick Magno Ventura do Nascimento, 28 anos, e Rogério Galan, 39 anos, foram encaminhados para aquela delegacia.
”Eles foram autuados em flagrante delito e também vamos continuar com as investigações para averiguar possíveis comparsas”, afirma o delegado do Garras, Márcio Shiro Obara, responsável pelas investigações.
As mulheres e o adolescente foram enquadrados como testemunhas no caso. Já Rogério possui mais de 18 anos de condenações por Homicídio, Furtos e Roubos a Banco e Patrick tem antecedentes por Roubo e Tráfico de Drogas.
Fotos: Amparim Lakatos
