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Sobras de vacinas contra aftosa geram R$ 2 milhões em prejuízos

Desde 2007, a Iagro proíbe a transferência de sobras de vacinas

13 Nov 2013 - 07h05Por Dourados Agora

Desde 2007, a Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) proíbe a transferência de sobras de vacinas contra a febre aftosa e com isso os frascos que restam são jogados no lixo. Somente na campanha de vacinação de 2012, o descarte causou o prejuízo de R$ 2 milhões. Na sessão desta terça-feira, na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Osvane Ramos (Pros) sugeriu três opções para resolver o problema que afeta os produtores rurais de Mato Grosso do Sul.

“Foram mais de um milhão de doses jogadas no lixo, ou seja, mais de R$ 2 milhões de prejuízo. Com esse recurso, o Estado poderia investir em saúde, educação, moradias e segurança pública”, informou o parlamentar na tribuna.

Osvane sugeriu que a Iagro elabore uma portaria, permitindo a transferência entre propriedades rurais de um mesmo dono. Também propôs que as sobras fossem doadas ao Estado. “Desta forma, as vacinas seriam cedidas às aldeias, assentamentos e propriedades da zona periférica”, explicou.

Uma terceira alternativa ainda foi apresentada pelo deputado. “A melhor saída seria a criação de um conselho formado por órgãos estaduais e federais, obrigando as grandes multinacionais a fabricarem frascos com cinco doses, já que hoje são oferecidos frascos com 50 ou 10 doses”.

Cartel

O preço da vacina contra a febre aftosa está 66% mais caro em Mato Grosso do Sul nesta segunda fase da campanha iniciada no dia 1º de novembro deste ano, se comparado ao valor pago na primeira etapa, realizada em maio. Em apenas seis meses, o preço médio da dose passou de R$ 0,90 para R$ 1,50. A pesquisa foi realizada por equipe técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul) e revela que o custo com a imunização do rebanho vai pesar no bolso do produtor.

Diante disso a Acrissul oficiou a Iagro-MS e o Cade. Para ambos os órgãos a entidade denunciou a prática de cartel que vem sendo empregada na comercialização a vacina. Segundo a correspondência enviada à agência de vigilância sanitária, o reajuste foi aplicado justamente às portas do início da etapa de vacinação, pegando todo mundo de surpresa.

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