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ECONOMIA BRASILEIRA

O que se pode esperar da economia brasileira no futuro?

O que se pode esperar da economia brasileira no futuro?

22 Nov 2019 - 08h47Por FÁTIMA NEWS / REDAÇÃO

De acordo com as últimas pesquisas feitas pelo “think-tank” (ou grupo de reflexão) da instituição Brooking e do Financial Times, a economia global está de rastos tendo então entrado num período de abrandamento sincronizado. Em termos mais explícitos, em alguns países a economia terá um crescimento fraco e estagnação total e em outros uma ligeira recessão.

O Brasil é um dos países que já tem sentindo um recuo na sua economia, tendo esta diminuído em 0.2% no primeiro trimestre de 2019. Esta tendência já foi registada durante o ano passado, o que significa que existe pouca margem para fazer uso da política monetária para influenciar o clima financeiro e estimular o crescimento a longo prazo.

Neste artigo, vamos explorar os problemas que têm dominado a economia brasileira nos últimos tempos e vamos também avaliar as perspectivas para o futuro.

A história até hoje: os fatores que obstruem a economia brasileira.

A retração contínua da economia brasileira apresenta uma ameaça para as perspectivas económicas mundiais, tendo em consideração o grande potencial demonstrado pelo país em 2009.

O declínio no início de 2019 sucedeu um período de baixo crescimento, resultado de uma fraca reação aos 5 anos de atividade económica subjugada pelo governo e pelas instituições brasileiras.

Isso registou dois anos de redução anual do PIB em 2015 e 2016, seguidos de um crescimento de apenas 1,1% nos dois anos seguintes.

Mas, o que está no centro deste declínio? Em suma, os elementos chave da economia brasileira falharam em dar qualquer impulso, enquanto a procura pelas divisas e ações do país também reduziu com investimentos estrangeiros.

Particularmente evidente, tem sido a redução no número de exportações, com uma queda de 1,9% no início de 2019 depois de dois trimestres consecutivos de crescimento. Houve também uma queda no crescimento do consumo privado retrocedendo a 0,3% no último trimestre de 2018, à medida que as famílias começam a sentir o impacto do alto desemprego e dos ganhos estagnados do salário real.

Quanto à moeda brasileira, foi relatado pela empresa Tickmill que o real enfraqueceu consideravelmente face ao dólar americano no contexto do estado de incerteza económica, tanto doméstica como mundial. Isto causou um grande aumento na inflação ao longo de 2019, dificultando a possibilidade do BCB (banco central do Brasil) reduzir as taxas de juros e estimular o crescimento económico.

Pensando no futuro — quais são as perspectivas?

Na eventualidade de um baixo crescimento, instituições como o BCB deveriam assumir o encargo de salvar a economia, mas isto não aconteceu..

Entre outubro de 2016 e março de 2018, e numa tentativa para estimular o crescimento, o BCB reduziu as taxas de base num total de 775 pontos base. No final deste período, a taxa estava fixa a 6,5% enquanto a inflação atingiu um pico de 5,1% em abril, chegando quase à meta limite para 2019.

Foi neste contexto que o governo decidiu que a única solução viável para revitalizar a economia seriam as reformas. Uma proposta de reforma das pensões públicas está no centro dessa iniciativa, com a câmara dos deputados do Congresso Nacional do Brasil a aprovar uma nova legislação no início de agosto.

O objetivo desta reforma é combater o precário estado financeiro da nação e aliviar a pressão que existe na bolsa nacional, subindo a idade de aposentadoria e aumentando as contribuições dos trabalhadores.

Estimativas indicam que, ao longo da proxima década, a nova proposta poderá economizar até $230 bilhões à economia nacional: capital que poderá então ser utilizado em outras áreas da economia.

Também em curso estão reformas do mercado de trabalho: o governo propõe habilitar trabalhadores e gerar novos empregos nos setores mais prósperos. Isso ajudaria a aliviar a carga carregada pelo estado e permitiria às famílias reinvestir mais do seu salário na economia.

Finalmente, estas reformas detêm a chave do futuro da economia brasileira, é essencial que o governo mantenha o foco. Embora os tempos de glória de 2008 em que o país tinha um crescimento de 4,5% anual de momento não passem de uma memória distante, aos poucos as perspectivas para a economia do país estão a melhorar.

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