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Fátima do Sul, 22 de Agosto de 2017
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30 de Maio de 2017 15h35

Paralisação das obras na BR-163 será discutida em audiência pública no Senado

CAMPO GRANDE NEWS

O valor do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado pelo Estado sobre o leite produzido em Mato Grosso do Sul aliado ao alto custo do frete têm trazido dificuldades aos produtores do setor. Segundo o sindicato rural de Campo Grande, atualmente há excedente de 78 milhões de litros do produto por mês.

Diretor do sindicato e vice-presidente do Conselho Paritário entre Produtores e Indústrias de Leite do Estado, Wilson Igi, afirma que os custos da pecuária leiteira têm se elevado nos últimos anos.

Atualmente, o Estado cobra alíquota de 10,2% sobre o leite e isso tem causado produção excedente porque os produtores não conseguem encaminhar o leite para outros estados. Dessa forma, segundo os produtores, o produto vendido por aqui se desvaloriza.

“Considerando o consumo per capita de Mato Grosso do Sul temos um excedente de 78 milhões de litros. Para nossa produção sair do Estado, paga-se um ICMS muito caro, em relação aos estados vizinhos. E com os excedentes que ocorrem, principalmente na época das águas, faz com que o laticínio pague muito menos por nosso produto, ficando muitas vezes abaixo do custo gerado. A conta não fecha. E isso faz cada vez mais que produtores abandonem a atividade”, desabafou.

A alternativa indicada pelo representante do sindicato rural para driblar a dificuldade é o trabalho de técnicos com experiência para auxiliar a produção local. “Assim seremos capazes de melhorarmos a qualidade e volume. Mas só será lucrativo se o leite produzido aqui, conseguir o fluxo interestadual”, disse.

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