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Fátima do Sul, 22 de Agosto de 2017
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22 de Maio de 2017 20h12

Guias e NF emitida pela JBS comprovam relação comercial legal, rebate Monteiro

Márcio Monteiro reuniu as sete notas fiscais emitidas por ele sobre a venda de 140 cabeças de gado ao frigorífico do grupo JBS na Capital

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“Não tenho nada a ver com as alegações dessa delação. A prova da legalidade da venda que fiz de gado ao grupo JBS sãos as notas por mim emitidas junto com as Guias de Trânsito Animal (GTAs) e a Nota Fiscal de Entrada emitida pelo próprio frigorífico do grupo”, disse o secretário de Fazenda do Estado, Márcio Monteiro, citado na delação como suposto emitente de nota “fria” que comprovaria pagamento de propina. Por essa citação, Monteiro disse que já determinou a advogados apuração e ajuizamento de ação contra o grupo JBS por danos morais.

Márcio Monteiro reuniu as sete notas fiscais emitidas por ele sobre a venda de 140 cabeças de gado ao frigorífico do grupo JBS na Capital. Em cada uma das sete notas fiscais está anexada a respectiva e-GTA (Guia Eletrônica de Trânsito Animal) emitida pela Agencia Estadual de Defesa Animal e Vegetal (Iagro), referentes às reses embarcadas na Fazenda Imbirussu, em Jardim. Foram sete caminhões com 20 cabeças de gado cada, totalizando 140.

A comprovação da operação comercial “absolutamente normal e dentro da legalidade” está na Nota Fiscal de Entrada emitida pela JBS S/A, por meio de sua filial em Mato Grosso do Sul, na Avenida Duque de Caxias nº 7.255, Vila Nova Campo Grande, em Campo Grande. De acordo com a Nota Fiscal de Entrada emitida pela JBS, as 140 cabeças de gado comercializada por Márcio Monteiro resultaram em 35,7 toneladas de carne “destinada à industrialização”, operação pela qual o frigorífico pagou R$ 333.223,80.

O valor consta na relação de documentos entregue pelos delatores como pertencente a notas frias. Entretanto, as GTAs emitidas pela Iagro com data de 12 de dezembro de 2016, mesma data em que o gado foi embarcado, comprovam a veracidade da operação.

“Estou extremamente indignado. Como secretário nunca mantive qualquer relação com empresários desse grupo, apenas essa relação comercial com o frigorífico, uma venda esporádica absolutamente dentro da legalidade e com recolhimento de imposto. Recolhi R$ 1.571,00 ao Fundersul (Fundo Estadual de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul) e toda operação está contabilizada. Gado declarado, baixa das cabeças comercializadas na contabilidade e recebimento da venda na minha Declaração de Imposto de Renda”, enfatizou Márcio Monteiro.

Pecuarista há mais de 30 anos, Monteiro lembrou que a atividade é desenvolvida com seriedade há 100 anos por sua família. Ele destacou ainda que durante toda a sua carreira pública - como prefeito de Jardim, deputado estadual e deputado federal - nunca houve uma denúncia de desvio de conduta, daí sua indignação pela citação dos delatores.

“Fiz uma venda confiando na idoneidade do grupo empresarial, não sei por qual razão me envolveram nessa delação. Hoje sou parlamentar licenciado e secretário de Fazenda do Governo do Estado, mas minha atividade sempre foi a pecuária sem que nesses mais de 30 anos houvesse qualquer denúncia’, pontuou

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