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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Sidrolândia

Ex-funcionários acampam em usina desativada em Sidrolândia

Trabalhadores querem receber salários e reivindicam divisão de terras.

31 Out 2013 - 10h14Por G1

Cerca de 400 ex-funcionários estão acampados na usina sucroenergética Agrisul Agrícola unidade de Mato Grosso do Sul, no distrito de Quebra Coco, em Sidrolândia, a 70 km de Campo Grande, desde sábado (26). Conforme a reportagem do Bom Dia MS desta quarta-feira (30), os trabalhadores reivindicam os pagamentos de dívidas trabalhistas e o acerto de salários vencidos, além da divisão das terras de uma área de sete mil hectares, onde a cana-de-açúcar foi cultivada. A empresa está desativada.

A usina pertece ao grupo Companhia Brasileira de Açúcar e Álcool (CBAA) desde 1996. O advogado da empresa, Gil Brito, informou que a unidade fez um acordo com os trabalhadores e com a Justiça do Trabalho. Segundo Brito, os salários serão pagos com a venda da cana para uma usina de Nova Alvorada do Sul e o pagamento deve começar ainda nesta semana.

Ainda segundo Brito, a direção da empresa deixou de moer a cana-de-açúcar nesta safra para vender as cerca de 120 mil toneladas que seriam colhidas pela Agrisul e enviadas para Nova Alvorada do Sul.

A ex-funcionária Rosangela Moreira Santos foi demitida há cinco meses e integra o grupo que ocupa a usina. Ela diz que não recebeu salário em três meses que trabalhou e também deixou de ter a segunda parcela do 13º salário de 2012, além da verba rescisória. A mulher pede na Justiça R$ 70 mil de indenização.

A usina tinha produção diária de quatro mil toneladas de cana-de-açúcar moída e parou de funcionar há cerca de um ano. Segundo os funcionários, os atrasos de salários e pagamentos de direitos trabalhistas começaram antes da desativação, há cinco anos. A unidade sucroenergética empregava duas mil pessoas na área industrial e no campo.

Também ex-funcionário, Osmar Copatti trabalhou na empresa por sete anos e foi demitido em abril de 2013. Ele diz que tentou negociar para receber os benefícios trabalhistas, mas não teve sucesso. Pela rescisão contratual, ele deveria receber R$ 7,5 mil, mas atualmente esse valor gira em torno de R$ 60 mil.

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