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Fátima do Sul, 22 de Julho de 2017
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27 de Junho de 2017 11h28

ACIFAS entra na ''briga'' para tentar reduzir inadimplência em Fátima do Sul

A ACIFAS resolveu entrar forte na tentativa de reduzir o impacto, já muito grave para o comércio

Da Redação

A ACIFAS negativou nada menos que 1291 CPFs neste semestre, de acordo com levantamento efetuado pela própria entidade junto ao SCPC Boa Vista. Esse total representa média de 215 CPFs negativados por mês, desde janeiro, o que sem dúvida confere ao desempenho da economia de Fátima do Sul um número drasticamente negativo, em comparação com o mesmo período nos anos anteriores, inclusive sem levar em conta ainda os números do SERASA.

Dada a essa constatação, a ACIFAS resolveu entrar forte na tentativa de reduzir  o impacto, já muito grave para o comércio a esta altura, e vai desenvolver ações que visam solucionar uma boa parcela dos atrasados, inclusive realizando reuniões de negociação com devedores na própria entidade e subsidiando taxas de inclusão de negativados. 

O percentual de famílias inadimplentes no país - com dívidas ou contas em atraso - ficou em 24,1% em abril deste ano. A taxa é superior às observadas em março passado (23,7%) e em maio de 2017(23,2%). Esse é o maior percentual registrado pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), desde setembro do ano passado (24,6%).

O percentual de famílias que não terão condições de pagar suas contas ou dívidas chegou a 9,7% em abril. A taxa é inferior aos 9,9% de março, mas superior aos 8,2% de abril de 2017, segundo a pesquisa. O percentual de endividados (em atraso ou não) ficou em 58,9% em maio deste ano, taxa acima dos 57,9% de março deste ano, mas abaixo dos 59,6% de abril do ano passado.

De acordo com a CNC, 76,6% das dívidas são com cartão de crédito. Também são importantes fontes de endividamento os carnês (15,3%), financiamentos de carro (10,6%), crédito pessoal (9,9%) e financiamento de casa (8,1%). O tempo médio de comprometimento de dívidas entre os devedores é de 7,1 meses. A parcela média de comprometimento dos salários é de 30,2%.

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