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Brasil

Vereador acusa prefeito de Japorã de liderar esquema

19 Abr 2007 - 08h23
 

O vereador Lindomar de Oliveira, o Sedex (PR), vice-presidente da Câmara de Vereadores de Japorã, entregou na tarde desta quarta-feira (18), no Ministério Público Estadual, Fórum de Mundo Novo, documentos que comprovam a formalização de um pacto financeiro entre cinco vereadores e o prefeito Rubens Freire Marinho, o “Rubão do PT”, para a eleição e composição da Mesa Diretora do Poder Legislativo.

“As cópias dos originais da “Confissão de Dívida Pública” de cinco vereadores, entre eles, eu, em nome do prefeito Rubens Freire, quer dizer, em benefício do prefeito, bem como das promissórias assinadas por mim e pelos vereadores João Carlos Teodoro (PV), Edvaldo Cangussu Meira (PT), Jair de Souza Lima (PTB), Luiz Francisco (PV) e pelos familiares destes vereadores, eu entreguei nas mãos da promotora de Justiça Bianca Karina, em nome de todos os demais envolvidos neste caso”, afirmou o vereador.

O vereador acusa que o prefeito “Rubão do PT” estaria se valendo destes documentos para fazer “terrorismo” e difamar os vereadores. “Acontece que o mentor, ou seja, que articulou todo este esquema foi o prefeito Rubão, e estes documentos de confissão de dívida foi arquitetado pelo prefeito, em seu Gabinete, no final do ano passado. E todas as despesas deste esquema foram pagas com dinheiro da prefeitura, pelo prefeito, e temos provas destes detalhes”, sustenta o vereador Lindomar.

O vereador disse que explicou a promotora Bianca como foi feito, como funcionou e qual os objetivos do pacto para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Japorã. “Este pacto foi feito numa armação do prefeito.

Na ocasião, todos, assumíamos o compromisso de garantir a eleição da Mesa Diretoria para o biênio 2007/2008, com o pacto valendo para estes dois anos, para garantir a permanência do prefeito até o fim de seu mandato e que ele não corresse o risco de sofrer nenhuma CPI na Câmara, que pudesse cassar o seu mandato.

Qualquer um dos cinco vereadores que não cumprisse o acordo proposto pelo prefeito teria que pagar R$ 50 mil de “multa”, sendo R$ 12 mil e 500 para cada um dos demais vereadores”, explicou o vereador envolvido.

Segundo Oliveira, diante da pressão popular e devido a novas manobras que estavam sendo articuladas pelo prefeito visando prejudicar exclusivamente os vereadores, resolveu “entregar” todo o esquema à Promotoria.

“Não sei como a Justiça vai atuar neste caso. Mas se houve formação de quadrilha como o prefeito está acusando e divulgando, ele é o principal responsável e a Promotoria de Justiça vai intima-lo, bem como nós, os cinco vereadores envolvidos, para que o caso seja esclarecido. Esta é a mais pura verdade que relatei à promotora Bianca”, comentou Lindomar Oliveira.

Ele acrescentou que, independente desta situação, a Câmara Municipal de Japorã, numa ação que envolve a maioria dos vereadores, vai propor a instalação de uma CP (Comissão Processante). “Isso vai acontecer na próxima segunda-feira, para que o prefeito Rubens Freire, responda por atos de improbidade administrativa que entendemos que está cometendo como gestor público, no comando do Executivo Municipal”, finaliza o vice-presidente da Câmara de Japorã.

 

 

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