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Vazio sanitário da soja começa em julho no Estado

1 Jun 2007 - 09h27
Pela primeira vez, os produtores de Mato Grosso do Sul deverão respeitar o vazio sanitário de soja, que inicia a partir de 1º de julho a 30 de setembro, conforme estabelece a Lei Estadual nº 3.333, publicada no dia 22 de dezembro de 2006 no Diário Oficial do Estado, e visa à prevenção, o controle e a erradicação da ferrugem asiática da soja no Estado.

De acordo com o gerente de Defesa Sanitária Vegetal do Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), Félix Rebouças Castro, com a experiência do Estado vizinho, o sojicultor necessita de quatro a cinco aplicações de fungicidas para combater a doença e que o vazio sanitário representa a redução de uma aplicação, que representa 4% do custo da produção.

Ele explica que em uma aplicação o produtor gasta em média R$ 60,00 por hectare e que no ano passado houve falta do produto no mercado, mas acredita que este ano a indústria deve ter se preparado melhor para atender a demanda.

Castro destaca que o primeiro Estado a implantar o vazio sanitário foi Mato Grosso, seguido por Goiás, e agora Mato Grosso do Sul, Maranhão e São Paulo. No entanto, acredita que não haverá problemas, pois os produtores já estão avisados e o próprio Iagro vem realizando diversas reuniões com os produtores de Chapadão do Sul, Maracaju, São Gabriel e Ponta Porã.

Com o vazio sanitário a semeadura só deve começar a partir de 1º de outubro, obedecendo ao que está previsto no zoneamento agrícola de MS. O produtor que desrespeitar a restrição será considerado como uma infração gravíssima e a multa, aplicada pela Iagro, pode chegar a mil Uferms (Unidades Fiscais Estaduais de Referência de Mato Grosso do Sul), o que equivale hoje a R$ 12,060 mil.

Feliz completa que o controle das plantas voluntárias, conhecidas como tigüeras, deve ser feito até 30 dias depois do fim da colheita através de processo químico ou mecânico, pois essas plantas remanescentes ficam propagando o fungo que provavelmente atingirá a próxima safra.

Ferrugem

Mato Grosso do Sul registrou na safra 2006/2007 de soja a ocorrência de 613 casos de ferrugem, ficando em segundo lugar entre os demais Estados, conforme monitoramento do Sistema de Alerta da Embrapa Soja. A maior incidência da doença ocorreu no mês de janeiro, quando foram 585 casos, sendo que em novembro e dezembro foram cinco registros cada mês, fevereiro 109 casos.

Desses casos, 607 foram registrados em área comercial. Segundo o levantamento, o Estado só perde para o Paraná, que registrou 662 casos. A Bahia registrou 497 casos e o Rio Grande do Sul 381, sendo que em todo o País esse número avançou em 2.497 plantações.
 
 
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