Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
sexta, 22 de fevereiro de 2019
SADER_FULL
Busca
ITALÍNEA
Brasil

Três doenças principais preocupam em MS

3 Nov 2010 - 17h40Por Correio do Estado

Como qualquer planta, a cana de açúcar também é alvo de doenças. São 180 no mundo todo, mas no Brasil existem hoje 35 identificadas.

Dessas, três são causadas por vírus, seis por bactérias e 26 por fungos, conforme foi pesquisado pelo Centro de Tecnologia Canavieira - CTC.

Conforme explicou o coordenador de Pesquis Tecnológica do centro, Enrico De Beni Arrigoni, dentre as várias ocorrências de doenças ele destaca três mais importantes: bicudo da cana, broca gigante e ferrugem alaranjada.

A que mais ameaça os canaviais de Mato Grosso do Sul é, segundo Enrico Arrigoni, o bicudo da cana, que deve se alastrar rapidamente por todas as regiões canavieiras.

"Ela já foi encontrada em Mato Grosso do Sul mas ainda não foi registrada oficialmente", afirmou.

A broca gigante já foi encontrada no Estado de Mato Grosso e não ainda em MS, porém, existe risco de que possa chegar ao Estado.

E finalmente, a ferrugem alaranjada é considerada uma doença que tem se alastrado bastante, no entanto, segundo o pesquisador do CTC já está controlada sua incidência, não representanto tanto risco as lavouras de cana como as duas primeiras.

Doenças

A ferrugem alaranjada pode causar perdas entre 10% e 30% em toneladas/hectare/ano, pode causar prejuízos de R$ 1.000,00 por hectare/ano se não for controlada. A ferrugem marrom, de 10% a 40% em tonelada de cana por hectare/ano podendo o prejuízo atingir R$ 1.400 por ha/ano.

Áreas infestadas pelo bicudo da cana poderão registrar perdas médias de 25 toneladas por hectare/ano, o que significaria prejuízo de R$ 1.060 por hectare/ano.

A broca gigante, segundo o CTC, para cada 10% de tocos atacados ocorrem perdas de R$ 630 por hectare/ano.

Outra doença que tem surgido nos canaviais brasileiros, especialmente depois que a colheita mecanizada foi implantada é a podridão abacaxi, que causa perdas de 30% a 100% da produção, com prejuízos de R$ 3.400 por hectare.

A doença mosaico pode causar perdas que variam entre 5% e 85% em toneladas de cana por hectare/ano, sendo que os prejuízos financeiros podem atingir até R$ 2.900 poe hectare/ano.

Desde que começou a ser reduzida a queima da cana, especialmente no Estado de São Paulo, com a manutenção da palha nas lavouras, surgiu a doença cigarrinha da cana, que age nos mesmos moldes da cigarrinha das pastagens.

Em áreas infectadas com a cigarrinha da cana ocorrem perdas médias de 14 toneladas por hectare/ano, o que significa prejuízo de R$ 590 por hectare/ano.

Deixe seu Comentário

Leia Também

AMOR INCONDICIONAL
Cadela espera toda noite pela chegada de Boechat, diz mulher do jornalista
VIOLENCIA DOMESTICA
Reconstrução de rosto de mulher espancada na Barra vai durar seis meses, diz médico
REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Aposentadoria é para viver, não para receber só à beira da morte
CHANTAGEM
Ladrões invadem estabelecimentos, obrigam funcionárias a tirarem a roupa, filmam e extorquem vítimas
FORAGIDO
Atirador invade escritório de advocacia e mata duas pessoas
BBB 19
Rízia chora por estar acorrentada: 'Vontade de desistir'
LARANJADA
Deputados do PSOL distribuem laranjas na chegada de Bolsonaro à Câmara
AMOR A PROFISSÃO
Pedreira caprichosa viraliza com trabalho detalhista e ganha novos clientes
FÁTIMA DO SUL - O BOTICÁRIO
O Boticário apresenta Quasar Brave, venha conferir no O Boticário em Fátima do Sul
SUPERAÇÃO
Jovem que morou 5 anos nas ruas se forma em Direito