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Tiroteio em comício acaba com 1 morto e 2 feridos em Cuiabá

9 Set 2004 - 13h18
O cabo do Exército Domingos César de Oliveira Guimarães, de 23 anos, foi morto a tiros na terça-feira (7) no comício da Coligação Amo Cuiabá (PT, PL e PC do B), no bairro Jardim Vitória, em Cuiabá. Outras duas adolescentes, uma de 14 e outra de 12 anos, também foram feridas.

Esta é a segunda morte ocorrida em comícios em Cuiabá pela mesma coligação. Veja matéria nesta página.

A menina A.E.C.A., 12 anos, foi atingida na cabeça e está internada em estado grave no Hospital Jardim Cuiabá. A outra garota, D.L., 14, levou um tiro de raspão na mão, foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), medicada e liberada.

Testemunhas contaram à polícia que três adolescentes armados atiraram contra Domingos César, que caiu baleado. Um dos rapazes atirou mais duas vezes, atingindo a vítima.

Mesmo ferido, Domingos conseguiu levantar-se e partir para cima dos agressores, mas não resistiu aos ferimentos e caiu morto.

Policiais militares que faziam o trabalho ostensivo durante o evento chegaram ao local do tiroteio e encontraram mais as duas menores.

Suspeito

Populares que assistiam ao showmício conseguiram render um adolescente de 17 anos, que seria o autor dos disparos. “Quando nos aproximamos do local, o rapaz estava sendo espancado por um grupo de pessoas”, contou o cabo da Polícia Militar, César Luiz de Araújo, lotado do 3º Batalhão.

Os PMs apreenderam o adolescente e, com ele, um revólver Taurus, calibre 32. Na Central de Flagrantes, ele confirmou ser o proprietário do revólver, que teria adquirido por R$ 200 de uma pessoa identificada como “Emerson”.

De acordo com a chefe de operações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) Aparecida Behmer, o menor D.H.O., de 17 anos, foi encaminhado para a Delegacia Especializada da Juventude e Adolescência (Deja). “Ainda faltam dois acusados. Um já está identificado e o outro estamos em busca de pistas para identificá-lo”, salientou Aparecida.

Para ela, o assassinato do cabo foi mais um crime de acerto de contas por causa de drogas. “Infelizmente pessoas inocentes foram atingidas no meio da confusão”, ressaltou se referindo as duas meninas baleadas no local.

 

Folha Estado

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