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Taxas de juros estão até 9,23% mais baratas

17 Jul 2007 - 11h03
As taxas de juros máximas cobradas por alguns bancos no empréstimo pessoal caíram até 9,23% de junho para julho deste ano. No mesmo período, o porcentual máximo relativo ao cheque especial teve redução de até 6,67%. Os dados constam de pesquisa da Fundação Procon de São Paulo divulgada ontem.

Ainda segundo o levantamento, realizado junto a dez instituições financeiras, as taxas médias, no mesmo período, apresentaram as maiores quedas mensais registradas nos últimos 12 meses. O porcentual para empréstimo pessoal caiu de 5,37% em junho para 5,29% em julho, redução de 0,08 ponto ou 1,49%. Já no cheque especial, a taxa média baixou de 8,29% para 8,23%, baixa de 0,06 ponto porcentual ou 0,72%.

Entre os bancos pesquisados, a maior redução para empréstimo pessoal foi encontrada no Banco Real, que baixou a taxa de 6,50% para 5,90%, um decréscimo de 0,60 ponto porcentual, que representa 9,23%.

Com a taxa de junho, um empréstimo de R$ 1 mil para devolução em um ano custaria, ao final do período, R$ 1.470,84, 12 parcelas de R$ 122,57. Com a taxa média de julho, de 5,90% ao mês, o mesmo empréstimo teria 12 parcelas de R$ 118,82, R$ 1.425,84 ao final do período. Uma diferença de R$ 45 entre as duas taxas. Apesar da redução, o Real ainda é apenas o oitavo no ranking das instituições consultadas (veja quadro nesta página).

Com relação às taxas do cheque especial, a queda média detectada entre junho e julho foi de 0,06 ponto porcentual, de 8,29% para 8,23%. Isso significa que o cliente que ficasse devedor de R$ 1 mil no período de um mês pagaria, pela taxa da junho, R$ 82,90 de juros. A redução registrada não teria muito peso. O valor dos juros para um mês seriam de R$ 82,30 em julho. Segundo o Procon, a maior redução entre os bancos consultados foi feita no Unibanco, cujo corte foi de 0,60 ponto porcentual, de 8,99% para 8,39%, variação de 6,67%.

Segundo Cristina Martinussi, técnica do Procon, as reduções são reflexo da política do Banco Central, que tem baixado gradualmente a taxa básica de juros da economia - a Selic - hoje em 12% ao ano.

Inadimplência

O índice de cheques sem fundos no Estado de São Paulo registrou aumento de 2,11% no primeiro semestre de 2007 em comparação com o mesmo período do ano passado.

A informação está em pesquisa da Telecheque, empresa de análise de crédito. Pelo levantamento, do total de transações em reais, a inadimplência chegou a 2,42% desse volume no primeiro semestre. No primeiros seis meses de 2006, o índice foi de 2,37%.

Já no País, o índice de cheques sem fundo caiu 0,71% no primeiro semestre ante o ano passado.

EM NÚMEROS

>>10 bancos foram pesquisados pela Fundação Procon de São Paulo

>>5,29% ao mês é a média cobrada no empréstimo pessoal em julho

>>8,23% ao mês é a média cobrada no cheque especial em julho
 
 
 
Estadão

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