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21 de Julho de 2004 15h48

Soja vai ocupar 2 milhões de hectares na próxima safra em MS

 

O governo do Estado trabalha com a perspectiva de incorporar mais 300 mil hectares à agricultura para a próxima safra, a grande maioria destinada ao cultivo de soja, o que deve elevar para dois milhões de hectares a área ocupada por essa cultura em Mato Grosso do Sul. No ano passado a área agrícola já havia apresentado um incremento de 28% anexando cerca de 400 mil hectares de terras degradadas, destacou o secretário de Produção e Turismo, José Antônio Felício, em entrevista nesta manhã na sede da Famasul (Federação de Agricultura de Mato Grosso do Sul), durante o ato de assinatura de convênios relativos ao Plano Safra 2004/2005.

“Nossa meta é ampliar a área agrícola para 3 milhões de hectares até 2006, incentivando a recuperação de terras degradadas através do Expansul. Estamos superando o que foi estabelecido para os dois primeiros anos do programa”, disse o secretário. O Expansul (Programa de Expansão Agrícola de Mato Grosso do Sul) prevê incentivo fiscal ao produtor que recuperar solo degradado pela pecuária e utilizá-lo para a agricultura. O benefício estende-se também aos contratos de arrendamento.

Autoridades e produtores rurais compareceram à solenidade. O governador Zeca do PT e o presidente em exercício do Banco do Brasil, Ricardo Alves da Conceição, assinaram convênio que disponibiliza R$ 1,4 bilhão para financiamento da safra 2004/2005 em Mato Grosso do Sul, sendo que 42% desses recursos são a juros subsidiados de 8,75% ao ano. O governador enfatizou que havendo a necessidade de um incremento financeiro para garantir o crescimento do agronegócio, vai pessoalmente apelar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Confio na sensibilidade do presidente”, frisou Zeca. “Mas temos que reconhecer e aplaudir a liberação no momento certo dos recursos para financiar a safra, o que não ocorria há muito tempo no país”.O governador lembrou ainda que o Banco do Brasil tem cumprido com mérito sua missão de fomentar o desenvolvimento do Estado, fazendo-se presente sempre que solicitado.

Dirigindo-se ao presidente da Famasul, Léo Brito, o governador se colocou à disposição para lutar ao lado dos produtores na defesa de seus interesses. “Não sou empresário, não conheço a atividade. Mas quero que o senhor saiba que tem em mim um aliado, sem nenhum preconceito social ou ideológico”.

O presidente da Famasul ratificou as palavras Zeca do PT com respeito à liberação em tempo dos recursos para a safra, disse que o governador tem sido parceiro da classe produtora e que as perspectivas são de uma boa colheita devido à combinação das ações do governo estadual e federal, bom clima e preços competitivos. E aproveitou para reivindicar a ampliação da cota de exportação do milho e a redução da pauta do ICMS para esse produto.

O governador considerou os pleitos justos e determinou que os secretários José Felício e José Ricardo Cabral (Receita e Controle) reúnam-se com os diretores da Famasul para discutir o assunto.

Durante o ato foram assinados vários termos de liberação de empréstimos do FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) e outras linhas de crédito do Banco do Brasil para empresários e produtores rurais. Estavam presentes o senador Delcídio do Amaral, deputado federal Vander Loubet, deputado estadual Pedro Teruel, secretário Valteci Ribeiro de Castro Júnior (Desenvolvimento Agrário), lideranças rurais e empresariais.


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