Menu
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
quarta, 22 de janeiro de 2020
SADER_FULL
Busca
BANNER BET
Brasil

Setor têxtil espera exportar mais 25% neste ano

8 Jul 2004 - 14h47
O setor têxtil brasileiro espera exportar este ano 25% a mais do que em 2003. Para atingir esse resultado, está investindo na imagem e na qualidade da moda produzida aqui. De janeiro a maio, as exportações já somam US$ 720 milhões.
“Neste ano, a previsão é vender US$ 2 bilhões na cadeia têxtil, gerando um superávit de US$ 700 milhões, dentro de um faturamento global de aproximadamente US$ 23 bilhões”, disse o diretor de marketing da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Aref Farkouh, após o fechamento da rodada de eventos do segmento de tecelagem e moda do pais.

Na segunda edição do circuito Brazil Fashion Show, realizado em junho em três cidades (Blumenau, São Paulo e Rio de Janeiro), os 656 expositares, representando mais de mil marcas, realizaram negócios de R$ 700 milhões. O circuito é promovido pela Abit em parceria com a Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil).

“Procuramos divulgar para vender produtos brasileiros com maior valor agregado e não apenas matérias-primas”, observou Farkouh, que destacou o apoio da Apex. "O Brasil tem hoje todas as fibras e os produtos têxteis. Não é um país especializado em um produto só. Temos de tudo, desde moda praia; cama, mesa e banho; de jeans a algodão em pluma”.

Durante o Brazil Fashion Show, compradores internacionais de 30 países como Estados Unidos, França, Portugal e Suíça, foram responsáveis por 35% dos negócios concretizados. Um dos destaques deste ano foi uma comitiva da Associação dos Importadores de Têxteis do Japão, responsável por um terço das compras japonesas de têxteis. "O Japão importa US$ 18 bilhões por ano e só a Associação, US$ 6 bilhões, ou seja, três vezes mais do que o Brasil inteiro exporta de têxteis", informou.

Entre as maiores dificuldades que o setor enfrenta, segundo ele, está a tributação aos produtos brasileiros. “Na Europa, nós já conseguimos derrubar as cotas. Nos Estados Unidos, ainda não estamos integrados à Alca (Área de Livre Comércio das Américas), então pagamos mais impostos que alguns países", explicou.

Farkouh lembrou que o Brasil também enfrenta a concorrência com países como China, Índia e Paquistão, onde há mão-de-obra mais barata. "Por outro lado, ainda não temos a marca e o prestígio de países como a Itália e a França”, acrescentou.
 
Agência Brasil

Deixe seu Comentário

Leia Também

TRAIÇÃO
Mulher flagra marido com novinha e a faz andar pelada na rua
ENCONTRO ACABA EM MORTE
Moça que foi estuprada e assassinada saiu de casa para se encontrar com um amigo
RAÇA ASSASSINA
Rottweiler mata doze bezerros em propriedade rural
TRAGEDIA NA RODOVIA
Grave acidente envolve três caminhões e um carro na PR 180; uma pessoa morreu
FÁTIMA DO SUL - NESTA QUARTA-FEIRA
Esclarecimentos sobre porte de armas e suas aquisições acontece nesta quarta-feira em Fátima do Sul
ESTUDANTES
Estudantes podem se inscrever no Sisu a partir desta terça-feira
TECNOLOGIA
Clientes de bancos digitais vão poder sacar dinheiro em padarias e supermercados
VALOR INDEVIDO
Mais de 4 milhões de motoristas vão receber restituição da diferença do DPVAT
DESEMPREGO À VISTA
Petrobras vai demitir funcionário aposentado após reforma da Previdência
BORA PRA BONITO - MS
Passeios em Bonito tem até 60% de desconto para sul-mato-grossenses