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Setor produtivo é o que mais preserva o ambiente, diz Teixeira

2 Jun 2010 - 14h19Por Conjuntura Online

O deputado estadual Zé Teixeira (DEM) reagiu hoje a críticas feitas por ONGs (Organizações Não-Governamentais) de que o setor produtivo é o que mais polui o meio ambiente.

Em discurso na tribuna da Assembléia Legislativa, o deputado destacou o crescimento da economia brasileira levando como fator principal o ótimo desempenho da produção do País graças ao trabalho do homem do campo, o qual atribuiu também o grande responsável pela preservação do meio ambiente.

O democrata disse que hoje os produtores, apesar da falta de amparo e de uma política adequada para o setor, têm essa consciência de que o meio ambiente deve ser preservado por meio de reflorestamento e de outros mecanismos que impeçam sua depredação.

Zé Teixeira se reportou a notícias veiculadas nos meios de comunicação que apontam o setor urbano como o maior responsável por danos ambientais, principalmente nos grandes centros brasileiros, como São Paulo, onde os rios estão poluídos.

“Quero aqui registrar a minha indignação. As ONGs não tem esse direito de dizer que o produtor rural é o setor que mais polui”, rechaçou, atestando que as acusações desses organismos têm sido feitas na maioria das vezes por meio de e-mails distribuídos na internet.

Para Zé Teixeira, o que esses organismos internacionais querem mesmo é mais 4% de área sem produzir.

Código florestal

Ainda em seu discurso, Zé Teixeira elogiou o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), sobre o trabalho realizado em torno do Código Floresta, que tramita na Câmara Federal.

Relator da matéria, Aldo assegura que "a lei, da forma como foi modificada nos últimos anos, deixa na ilegalidade mais de 90% das propriedades; o que, segundo ele, inclui 75% do arroz produzido no País; 80% da produção de banana no Vale do Ribeira (SP), quase toda a criação de gado no Pantanal; boa parte do café produzido em Minas e Espírito Santo, da maçã produzida em Santa Catarina, da uva produzida no Rio Grande do Sul".

O deputado também defende que não há necessidade de alterar profundamente a lei. Segundo ele, o texto pode garantir 20% de cobertura florestal na Mata Atlântica, 35% do Cerrado e 80% da Amazônia, permitindo que cada estado cumpra a obrigação de acordo com sua ocupação territorial, estrutura agrária e condições de seu bioma.

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