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Setor florestal terá rede de apoio científico em Mato Grosso do Sul

24 Jun 2010 - 17h22Por TV Morena

Empresários, fundações e pesquisadores passam a integrar o grupo científico que dará suporte ao Programa Estadual de Pesquisa Agroflorestais. O protocolo de intenções entre o governo do Estado – por intermédio das Secretarias de Produção (Seprotur) e Meio Ambiente (Semac), Associação dos Produtores e Consumidores de Florestas Plantadas (Reflore/MS) e a Embrapa Florestas, foi assinado hoje (24) pela manhã oficializando a criação da “rede” de projetos e pesquisas agroflorestais de Mato Grosso do Sul.

“A relevância dessa parceria é imensurável, pois vem num momento em que o setor movimenta nossa economia e já reflete no PIB estadual. Saímos do setor primário e avançamos para o secundário e terciário. Ter um apoio científico vem para consolidar essa nova fronteira agrícola”, destacou o Secretário-Adjunto da Seprotur, Paulo Engel, que representou a secretária Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias na ocasião.

Integrado ao contexto do Plano Estadual para o Desenvolvimento Sustentável de Florestas Plantadas de Mato Grosso do Sul (PEF/MS) – que contempla em suas estratégias o desenvolvimento tecnológico em integração com os diversos agentes públicos e privados que atuam neste segmento produtivo – a formalização do grupo científico é o primeiro passo para a execução de trabalhos de pesquisa agropecuária voltada ao setor de florestas.

O chefe geral da Embrapa Florestas, Helton Daminda Silva, participou do ato e ressaltou que o setor florestal é o terceiro maior contribuinte do PIB brasileiro. “É uma satisfação muito grande reunir os elos para discutir uma estratégia que prepare o Estado para o futuro. Devemos ressaltar que sua relevância soma-se tanto na produção como na preservação ambiental, mas também na produção de energia”, destacou Helton.

Roberto Gonçalves, diretor de Desenvolvimento do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, ressaltou que “o incremento da atividade é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e, principalmente, ambiental, pois favorece a recuperação de áreas, consolidação da biodiversidade, entre outros”.

Objetivos

Entre as diretrizes propostas – consistentes em promover a geração, adaptação e transferência de tecnologias florestais para o desenvolvimento do Estado – estão às seguintes linhas de ação: ampliar fontes de germoplasma florestal para atender usos múltiplos da madeira de áreas cultivadas; desenvolver estudos relativos aos sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta; estudar e validar alternativas visando o manejo com espécies nativas para reserva legal e de recuperação de áreas de preservação permanente; ordenar as ações de transferência de tecnologia, criando um sistema de informação, com banco de dados para o setor florestal do Estado; viabilizar e implantar projeto de pesquisa integrado, a ser executado no Estado.

“Esse protocolo é apenas o começo do trabalho que ainda temos pela frente, pois o desafio é grande e vamos ter que intensificar essa ambiência. Somos nós que vamos construir esse processo, que vamos dar competitividade a atividade”, frisou Dito Mário, da Reflore/MS.

Além da Embrapa Florestas participam deste trabalho as Embrapas Gado de Corte e Agropecuária Oeste, UFGD, UEMS, UNESP-Ilha Solteira, ESALQ/IPE, SIF, ASEF, IASB (Instituto das Águas da Serra da Bodoquena), Fundação MS, Fundação Chapadão, Ramires Reflorestamento Ltda., Fibria, Polifer Agrícola, SFA/MS, SEPROTUR/AGRAER e SEMAC/IMASUL.

Uma nova reunião com o grupo deve ser agendada nos próximos meses para criação do comitê gestor, definição de funções, metas e orçamentos entre outros.

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