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Serra liga Dilma ao MST; petista destaca índices de crescimento

28 Out 2010 - 06h20Por Portal G1

O programa da candidata petista Dilma Rousseff veiculado na noite desta quarta-feira (27) começou como um esclarecimento sobre alguns temas mostrados no programa do adversário José Serra. "Vamos à verdade dos fatos. A verdade é que Lula e Dilma nunca privatizaram nem vão privatizar as riquezas do país. Com Lula e Dilma o pré-sal foi descoberto e é valorizado. Essa é a verdade, o resto é desespero de quem está atrás das pesquisas", disse o locutor.

A candidata petista começou sua participação no programa destacando os índices de crescimento da economia no governo Lula. Segundo o programa, 36 milhões de brasileiros entraram na classe média, 28 milhões saíram da linha de pobreza e foram gerados quase 15 milhões de empregos.

“Houve épocas na nossa história, no caso do governo passado, que a economia ia mal e a inflação também. Faltava comida na mesa. Tenho orgulho maior de ter participado do governo que mudou essa história e colocou o país no rumo certo, no rumo do crescimento. Os números etsão ai para comprovar essa mudança", disse a candidata.

Logo em seguida, um apresentador mostrou recortes de jornais em que Serra teria afirmado que era contra o programa Bolsa-Família. “Durante a campanha, meu adversário tem criticado a ação econômica do nosso governo. Ele não explica o que quer fazer, mas o povo sabe como eles fizeram. Como ministro do Planejamento do governo anterior, ele [Serra] foi o coordenador do programa de privatizações. Nesta época, a economia não cresceu, e a renda não aumentou. Se for eleita, vou dar mais força aos programas que estão em andamento", afirmou a petista.

Durante o programa, foram apresentadas propostas da candidata para reduzir os impostos das empresas de ônibus, reduzir tributos sobre energia elétrica e reduzir impostos em folhas de pagamentos de empresas para incentivar a geração de mais empregos. “Esse é o grande perigo que se esconde atrás do modelo de governo que meu adversário representa [não crescimento]. Mas eu sinto que o povo brasileito já percebeu isso, a diferença entre o Brasil que vai avançar ainda mais com o nosso governo". O programa da candidata encerrou com uma homenagem ao aniversário do presidente Lula, comemorado nesta quarta-feira.

Serra

O candidato tucano à Presidência da República, José Serra, disse no programa eleitoral veiculado na noite desta quarta-feira (27) que presidente da República “precisa dar o exemplo, não deixar roubar na sala ao lado”.

“Para você que pode votar em mim, mas ainda não decidiu eu quero falar. O presidente que está saindo todos nós conhecemos, e no início do ano ele não estará mais em Brasília. O candidato que você vai votar vai cuidar da saúde, da segurança, por mais quatro anos. O candidato em que você vai votar vai cuidar da segurança da sua família, mas para isso ele precisa dar o exemplo, não deixar roubar na sala ao lado”, disse o tucano.

Durante todo o programa do tucano, um locutor fez comparações entre as ações de Serra e da candidata adversária, Dilma Rousseff (PT). “A Dilma entregou o petróleo brasileiro para 108 empresas”, disse o locutor. O programa também afirmou que Serra tem o “orgulho de contar” com o apoio de dois ex-presidentes da República: Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. Na sequência, disse que Dilma tem o apoio dos ex-presidentes José Serney e de Fernando Collor.

O programa do tucano também afirmou que “Serra quer paz no campo”, e disse que o tucano “nunca apoiou, nem recebeu apoio do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “A Dilma tem o apoio do MST, a Dilma apóia o MST, o movimento que invade o campo, destrói máquinas e equipamentos”, disse o locutor.

O candidato a vice-presidente na chapa de Serra, Índio da Costa (DEM) teve sua história política apresentada. Durante o horário eleitoral, Serra ainda prometeu ações para a saúde, estradas e segurança, e acusou o governo Lula de estar com 60% das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) atrasadas. “Pense como a saúde e a segurança pioraram com Dilma. 60% das obras do PAC estão atrasadas. Dilma prometeu e não entregou moradias”, disse o locutor.

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