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Senadores tentarão conciliar esta semana campanha e votações

2 Ago 2010 - 06h36Por Agência Brasil

Com as campanhas em ritmo intenso, os senadores estão preocupados em não ficar muito tempo fora de seus estados e, ao mesmo tempo, analisar todas as matérias, que ainda serão definidas pelos líderes partidários, no primeiro esforço concentrado do período eleitoral, marcado para esta semana. A ideia é que os parlamentares estejam em Brasília nas dias 3 e 4 de agosto. Nesses dias, eles deverão votar as propostas acertadas na reunião de terça-feira (3), às 14h30, entre o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e os líderes da base e da oposição.

A pré-pauta encaminhada aos partidos por Sarney prevê a votação das quatro medidas provisórias (MPs) que ainda não trancam a pauta e também de propostas de emenda à Constituição (PECs) como a que amplia de 90 para 180 dias o período de licença-maternidade e a que torna obrigatório o curso superior para o exercício do jornalismo.

O líder do Democratas (DEM), Antonio Carlos Júnior (BA), acredita que não deve haver problemas na votação das MPs, uma vez que são praticamente consensuais. Entretanto, ele ressalvou que só depois da reunião da bancada, na terça-feira, é que o partido fechará uma posição a ser deliberada com Sarney e os demais líderes.

O parlamentar, que não é candidato a mais oito anos no Senado, mas está envolvido com a campanha em seu estado, é um dos que defendem uma solução de consenso entre os líderes para votar o mais rápido possível o que for acordado. Para ele, por não necessitarem de maioria absoluta, as quatro medidas provisórias poderiam ser aprovadas em votação simbólica na terça-feira, o que garantiria mais um dia de campanha aos senadores envolvidos nas eleições estaduais.

Ele defende que as PECs sejam analisadas na quarta-feira, quando mais senadores deverão estar em em Brasília, o que dará quórum para votação. As propostas de emenda à Constituição exigem quórum qualificado para serem aprovadas, no caso do Senado, pelo menos 49 dos 81 senadores.

“A princípio eu não vejo problemas para isso. Votaríamos as MPs na terça e as PECs na quarta. O sensato seria isso”, disse o líder do DEM.

O vice-líder do governo no Senado e líder do PTB, Gim Argello (DF), afirmou que os governistas estarão “em massa” no plenário para garantir a votação das matérias. Ele disse ainda que existem algumas demandas de senadores da base para a inclusão de projetos na pré-pauta encaminhada por Sarney aos líderes.

“Temos ainda que votar indicações que estão pendentes de aprovação de cinco autoridades [indicadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar cargos] e essas votações dependem de quórum qualificado. Quero aprovar isso na terça-feira”, acrescentou o vice-líder do governo.

O petista gaúcho Paulo Paim, que concorre à renovação de mandato, é outro que defende a apreciação das propostas previstas para o primeiro esforço concentrado em pouco tempo. “Nosso problema é estar em Brasília para votar e no estado, uma vez que nossos concorrentes estão soltos [sem mandato].”

Ele ressaltou, no entanto, que todos os senadores têm que ter a consciência de estar na capital federal na próxima semana para votar as matérias de comissões e plenário, uma vez que já existe o recesso branco no segundo semestre que os libera para as campanhas nos estados.

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