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Sem combustível, viaturas da PM voltam a parar em Dourados

3 Abr 2007 - 07h40
O fantasma da falta de combustível volta a rondar a polícia do município de Dourados. Ontem, uma viatura da Polícia Militar ficou parada em frente à praça Antônio João, no Centro da cidade, sem combustível suficiente para efetuar as rodas de fiscalização nas escolas, nos bairros e área central da cidade. Os policiais estavam atendendo apenas chamados emergenciais, já que o patrulhamento estava comprometido com a escassez de combustível.
Além disso, pneus carecas, sem condições de uso, são motivos de preocupação para agentes, que  correm diariamente o risco de acidentes, ao transitar com o veículo irregular em diligências. As condições precárias dos veículos e a falta de combustível impede também um atendimento rápido e com mais qualidade à população.
Informações apuradas, apontam ainda que os policiais não recebem fardas novas há dois anos, que deveriam ser substituídas a cada seis meses.
Outro lado
Segundo o comandante da Polícia Militar de Dourados, tenente-coronel Guilherme, disse que as rondas pela cidade estão sendo realizadas com a limitação das condições do combustível atual. Ele explica que um levantamento de ocorrências realizado pela PM confirma que os horários de maior ocorrência de crimes são a partir das 15 horas, tendo como horário de "pico" às 20 horas. De 3.300 casos registrados, cerca 250 são neste período, conforme Guilherme. "Com base na pesquisa, a PM, realiza rondas na parte da manhã, dando prioridade às chamadas de ocorrências. À tarde e no período noturno, o combustível é suficiente para garantir as rondas por toda a cidade", explica.
Mais de 40 ocorrências são registradas por dia em Dourados. Um fato que chama a atenção da polícia é que muitos crimes não estão mais nas ruas, eles acontecem dentro de casa , entre amigos e familiares das vítimas. "Mesmo com todo o trabalho que estamos desenvolvendo é difícil para a Polícia Militar impedir os crimes entre os familiares ou amigos das vítimas, que é o que está contecendo muito na cidade", disse o tenente-coronel. Ele explica que uma maneira de ajudar nesta questão seria um trabalho mais intensivo da polícia, com apoio de entidades para o desarmamento da população.
Quanto ao fardamento dos policiais, o comandante disse que o Estado já está tomando providências. Segundo ele a compra do fardamento passa por um processo de licitação e que em breve as roupas vão estar nas mãos dos policiais. Quanto à quantidade de viaturas nas ruas ele disse que os trabalhos são desenvolvidos com o apoio de oito viaturas além de quatro motocicletas, destinadas ao serviço de abordagens.
 
 
 
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