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Brasil

Sem acordo, bancários buscam apoio em Brasília

5 Out 2004 - 13h34

Em greve há 21 dias, os bancários vão nesta terça-feira a Brasília em busca de apoio para o movimento. Um dos objetivos é conseguir uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto.

Ontem, os bancários enviaram uma carta ao presidente da Fenaban, Márcio Cypriano, e para as direções dos bancos públicos com uma contraproposta de 19% de reajuste - a primeira pedida foi de 25% -, além da solicitação de reabertura das negociações.

A proposta foi negada nesta terça-feira pela Fenaban, que manteve a proposta de 8,5% de reajuste, a mesma desde o início da greve.

Os bancários analisaram seis propostas apresentadas em assembléias regionais e definiram por um reajuste de 19%. A Executiva também vai reivindica um abono de R$ 1.500 para todos os bancários e o não desconto dos dias parados.

Para os funcionários dos bancos públicos, a Executiva Nacional solicita a reabertura das negociações dos pontos específicos com as direções de BB, CEF, Basa e BNB.

A Executiva Nacional dos Bancários também decidiu visitar nesta terça-feira o Congresso Nacional, a Esplanada dos Ministérios e o Palácio do Planalto para conquistar apoio de deputados, senadores e ministros.

"Enquanto isto, os bancários de todo o Brasil devem fortalecer e ampliar a greve em todos os bancos, tanto públicos como privados. Até nas cidades onde houve refluxo da greve é preciso fortalecê-la para conseguirmos ampliar as conquistas, pois agora estamos num momento decisivo desta campanha salarial", disse Vagner Freitas, presidente da CNB/CUT e coordenador da Executiva Nacional dos Bancários.

A greve dos bancários chegou nesta terça-feira ao seu 21º dia dando sinais de cansaço. Em São Paulo, o número de locais paralisados pelo movimento, que já foi de mais de 370, fechou o 20º dia ao redor de 100, nas contas do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

O sindicato paulista promove nesta terça-feira uma nova passeata, depois da assembléia marcada para as 16 horas. A entidade reiterou que o pagamento de pensões a beneficiários do INSS não está prejudicado pelo movimento.

Segundo a CNB, mesmo enfraquecida, a greve se mantém em 24 capitais. "A orientação é que a greve continue e se fortaleça onde sofreu algum tipo de recuo", disse o porta-voz.

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