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Brasil

São Paulo usa o Audax para esquecer o trauma do Paulistão

25 Abr 2007 - 09h29

Os ecos da goleada por 4 a 1, sofrida para o São Caetano no último sábado, continuam fortes pelos lados do Morumbi. O clima tenso, trazido pela eliminação na semifinal do Paulistão, marcou a curta preparação do São Paulo para a decisiva partida contra o Audax Italiano, nesta quarta-feira, às 20h45 (horário do Mato Grosso do Sul), no Estádio do Morumbi, pela Libertadores.

Assim como aconteceu no sábado, o São Paulo tem a vantagem do empate contra o Audax: uma igualdade nesta quarta-feira garante o time são-paulino nas oitavas-de-final da Libertadores. Se quiser, porém, o primeiro lugar no grupo, é preciso vencer. E, para não correr riscos, o técnico Muricy Ramalho preferiu mudar o time.

Fora da disputa pelo título paulista, o primeiro semestre são-paulino está reduzido à disputa da Libertadores. Por isso mesmo, uma precoce eliminação causaria estragos no Morumbi. “Este é o jogo mais importante do primeiro semestre. Porque o nosso campeonato, agora, é a Libertadores”, afirmou Muricy, que se mostrou bastante irritado nesta terça-feira.

Foi com cara de poucos amigos que o treinador comandou os trabalhos no CT são-paulino. Apesar de sempre falar que “mistérios não existem”, Muricy antecipou o treino em uma hora e, longe dos olhos da imprensa, montou a equipe que enfrentará o Audax.

No treino, Muricy dividiu o grupo em dois. Em um dos campos, apenas os titulares realizaram treino tático. Tirou da equipe o zagueiro André Dias e o lateral-esquerdo Jadilson, substituindo-os pelo volante Richarlyson e pelo lateral-esquerdo Júnior. Voltou, assim, ao esquema 4-4-2.

Apesar disso, Muricy não quis confirmar oficialmente como o São Paulo vai a campo nesta quarta-feira. Afirmou que ainda espera pela manifestação do departamento médico, embora nenhum atleta esteja vetado. Sobre o esquema tático, respondeu de forma irônica. “Vou colocar uns cinco centroavantes. Ou 11”, disse.

Muricy também culpou a instabilidade climática pela mudança no treino. “Choveu muito nos últimos dias, então resolvi não arriscar. E não fiz nada demais com eles (jogadores): só uma recuperação física”, contou.

O volante Josué, contudo, confirmou que o treinador realizou treinos táticos. Mas acha que Muricy ainda não definiu o time. “Ele sempre treina duas ou três variações. Então só dá para saber como vamos jogar depois”, disse o jogador.

De qualquer maneira, Josué tem motivos para comemorar. Muricy resolveu escalar Richarlyson e dividir o peso do combate no meio-campo. Contra o São Caetano, o volante atuou visivelmente sobrecarregado - foi até expulso no fim da partida. “Corri um pouquinho, né? Mas vou até o limite. Até quando agüentar”, contou Josué.

 

 

Diário MS

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