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Fátima do Sul, 17 de Dezembro de 2017
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18 de Novembro de 2004 16h35

Sanesul lança campanha de doação de órgãos

Preocupada em sensibilizar e conscientizar os empregados da empresa no que se refere à importância das doações de órgãos, a Diretoria da Sanesul está lançando a campanha “Doe Vida”.

A campanha está sendo coordenada pelo médico do Trabalho da empresa, José Roberto Amin. “ A campanha tem o objetivo de esclarecer os caminhos para transplantes intervivos e de doadores mortos, desmistificando os preconceitos e falsas idéias que envolvem o tema”, explica o doutor Amin. Ele considera a informação o melhor caminho para estimular as doações.

Segundo o doutor Amin, o Sistema Único de Saúde (SUS) criou um cadastro unificado, com as iniciais dos pacientes, para que não haja favorecimentos. “Após constatada a morte encefálica, através de exames de ressonância magnética, a Central de Transplantes é avisada. E, com a autorização da família, um programa de computador cruza os dados do doador, e apresenta os receptores mais compatíveis com o órgão”, salienta.

Para auxiliar na campanha, a Sanesul adquiriu e está distribuindo para a sede administrativa e Unidades de Gestão da empresa em todo o Estado exemplares do livro “Transplante – esperança de renascer”, do jornalista e transplantado Jota Oliveira.

“O livro explica, em linguagem acessível, a realização de um transplante, passo a passo. Com o diferencial do jornalista também relatar a sua experiência como transplantado”, diz o doutor Amin.

De acordo com a coordenadora da Central Estadual de Transplante, Claire Miozzo, só no Mato Grosso do Sul, 308 pessoas aguardam na fila para um transplante de rim, 64 para transplante de córneas e 17 para coração.

Esperança de renascer – O jornalista Jota Oliveira nasceu em Três Lagoas (MS), mas, desde 1961, reside em Londrina (PR). Trabalhou por 37 anos no jornal Folha de Londrina, onde alcançou reconhecimento profissional. Há cinco anos descobriu que estava com cirrose hepática, doença que só poderia ser curada com um transplante de fígado. Em janeiro de 2000, o jornalista entrou na fila de transplantes. A previsão de espera por um órgão era de um ano. Entretanto, o transplante só aconteceu em 31 de dezembro de 2002. Jota Oliveira atribui a demora ao baixo índice de famílias que concordam em doar os órgãos de parentes mortos. “Em abril de 2004, mais de 59 mil pessoas estavam nas filas para transplante, em todo o Brasil, e metade delas não agüentaria até aparecer um doador compatível”, diz o jornalista. Ciente das dificuldades que cercam um transplante, como a espera por um órgão e o risco de rejeição, Jota Oliveira decidiu registar sua experiência em forma de livro.
 
 
Agência Popular
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