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Rubinho: "Esta é a minha maior chance"

19 Out 2004 - 08h20
"Não dá para dizer que está no sangue, mas ele conhece todo mundo, todos os capacetes", contou Rubens Barrichello, ao falar cheio de orgulho do filho Eduardo, de três anos. O piloto da Ferrari levou o garoto ao autódromo de Interlagos nesta segunda-feira, quando começaram a chegar os carros para o GP Brasil de Fórmula 1 - os treinos são a partir de sexta-feira.

"Eu prometi que ele acompanharia a corrida e o trouxe para cá. Pergunta se ele sabe de quem é esse carro preto", disse Rubinho. "É do tio Senna", respondeu Eduardo, apontando para a Lotus preta que foi de Ayrton Senna na temporada de 1986 e está nos boxes de Interlagos para promover a corrida de domingo.

Apesar de os treinos começarem apenas na sexta, a segunda-feira foi agitada em Interlagos. Felipe Massa, da Sauber, também esteve por lá. Só faltou Ricardo Zonta, que irá disputar o GP Brasil pela Toyota, para completar o trio de pilotos brasileiros na categoria.

Em clima de tranqüilidade e total descontração, a preocupação de Rubinho era mostrar ao filho seu carro, a Ferrari F2004. "Não deu nem para ver se era o meu ou o do Michael (Schumacher, seu companheiro de equipe), vou ter de trazê-lo de volta", afirmou o piloto - os modelos da equipe italiana estavam cobertos com um pano vermelho.

Falando sério - "Esta é a minha maior chance de vencer o GP Brasil", revelou Rubinho. "Nos sete anos que corri pelos times pequenos, a prova era sempre no começo do campeonato e eu nunca simulei um GP antes de a temporada começar."

Isso justifica, segundo o piloto brasileiro, os vários abandonos que teve no GP Brasil. A única edição em que ele marcou pontos na corrida de Interlagos foi em 1994, quando classificou-se em quarto lugar, com a Jordan-Hart. "Agora será a última etapa, os carros estão bem desenvolvidos e a Ferrari é bem resistente", explicou.

Mas Rubinho sabe que não terá moleza de Michael Schumacher, apesar de o alemão já ter garantido antecipadamente o seu 7º título mundial. "Não posso mesmo acreditar em presente, será uma batalha grande", avisou o brasileiro. "Na realidade, não vejo a hora de colocar o carro na pista, ver as arquibancadas cheias."

 

Estadão

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