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Roberto Jefferson propõe candidatura de Collor para 2010

8 Jun 2007 - 09h37

O presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, propôs, na Paraíba, a candidatura de Fernando Collor à presidência da República em 2010. Ele está em João Pessoa para participar nesta sexta-feira do encontro regional do partido, ocasião em que o ex-presidente Collor será homenageado com o título de cidadão paraibano.

Segundo Jefferson, o partido pretende ser uma alternativa nas eleições presidenciais. A intenção é construir candidaturas próprias a partir de uma estruturação das bases do PTB nos Estados.

Na entrevistas que o presidente do PTB concedeu desde a sua chegada à cidade, ontem, não faltaram críticas ao governo Lula. Para Jefferson, o presidente usa a Polícia Federal para destruir seus inimigos. "Quando o político não reza na cartilha do presidente, ele manda a polícia investigar e destruir", disparou ele.

Homenagem - A sessão especial que vai conceder o título a Collor vai acontecer no cine Bangüê, antes da abertura do encontro do PTB. O deputado estadual Pedro Medeiros (PSDB), que propôs o título, já anunciou que não tem medo de manifestações contrárias dos adversários. Para ele, o ex-presidente foi inocentado das acusações que lhe fizeram e que na Paraíba não tem homem mais honesto que ele. "Não há razão para protestos", afirmou da tribuna da Assembléia essa semana.

A intenção de Collor é defender no encontro regional do PTB o parlamentarismo. O ex-presidente é autor de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), que já tramita no Senado, instituindo o parlamentarismo no Brasil. Collor é também coordenador da Frente Parlamentarista instalada essa semana no Congresso.

Denúncias - Ex-deputado federal cassado, Jefferson foi o responsável pelas denúncias do chamado escândalo do mensalão (suposto pagamento de mesada para a base aliada em troca de apoio ao governo nas votações no Congresso), que completam dois anos. A denúncia, encaminhada ao STF (Supremo Tribunal Federal) pela Procuradoria-geral da República (PGR), sequer foi analisada pela Justiça.

Pela denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, o esquema do mensalão era operado por uma "sofisticada organização criminosa" comandada pelo PT. O esquema teria provocado um desfalque aproximado de R$ 2 bilhões.

Apesar da confissão de alguns dos envolvidos e das provas colhidas, o caso encontra-se em fase preliminar no STF. O processo aguarda voto do relator, ministro Joaquim Barbosa, para só então ser levado ao plenário do Supremo, integrado por 11 ministros. As expectativas são de que isso ocorra até o próximo mês.

 

 

Redação Terra

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