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28 de Dezembro de 2004 10h21

Rivais podem unir-se na eleição da Assomasul

Os partidos da base aliada do Governo de José Orcírio dos Santos (PT) vão definir no dia 4 de janeiro o nome do candidato à presidência da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul). A idéia é formar uma chapa composta pelas legendas que integram o projeto do atual Governo do Estado e também agregar a oposição numa única chapa, minando a possibilidade de disputa dentro da entidade.

Segundo um dos prefeitos que figuram como pré-candidatos ao cargo, Osvane Ramos (PT), de Dois Irmãos do Buriti, a intenção é lançar o presidente através do consenso. Hoje, são quatro prefeitos da base aliada que pleiteiam a indicação – Jateí, Eraldo Jorge Leite (PL), Eldorado, Mara Caseiro, Dois Irmãos do Buriti, Osvane Ramos (PT), e de Aquidauana, Felipe Orro (PTB).  Apesar da manifestação desses quatro prefeitos, Osvane explicou que o que vai prevalecer será o entendimento para a escolha do postulante ao cargo de presidente. “Vamos nos reunir no dia 4 para definir quem será o candidato”, frisou.

A possibilidade de ser novamente o candidato dos partidos aliados para a disputa na Assomasul é grande, segundo Osvane. Ele contou que já foi sugerido o seu nome para o cargo, mas frisou que aceitará a condição de candidato apenas se houver consenso. “Não quero impor nada”, ressaltou.

A idéia de unir os partidos da base aliada e a oposição num único projeto também é bem vista pelo candidato do PMDB, prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa. Ele – que ocupou a presidência da Assomasul quando Dirceu Lanzarini deixou o cargo para assumir a Secretaria de Estado da Juventude e do Esporte e Lazer – afirmou que se os pré-candidatos da base aliada chegarem ao entendimento de um único nome, ele abre mão de sua candidatura e adere ao projeto. “Se definirem um nome entre os quatro, eu abro mão e participo de algum cargo na diretoria da entidade”, explicou.

Waldeli, que também participará da reunião dos prefeitos da base aliada no dia 4 de janeiro, entende que uma disputa neste início de mandato de muitos prefeitos não será benéfica para entidade e para os objetivos da Assomasul.

Cargos

Os demais cargos da entidade – 20 no total – serão distribuídos de acordo com a proporcionalidade do número de prefeituras que cada partido ganhou nas últimas eleições municipais. O PT, por exemplo, tem 18 prefeituras, seguido pelas 17 do PDT, 11 do PL e 6 do PTB. Porém, a definição da composição dos cargos ficará para discussão posterior, segundo Osvane. “Até porque temos que integrar os partidos da oposição ao nosso projeto”, completou.

Correio do Estado

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