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16 de Setembro de 2013 07h53

Quadrilha da lancha é presa; um morre em confronto com a polícia do Paraná

Grupo era a responsável pela série de roubos de lanchas no Paraná, Mato Grosso do Sul e do Paraguai

Agência Estadual de Notícias

A Polícia Militar do Paraná pegou na madrugada deste sábado (14) a quadrilha que agia no Noroeste do Paraná e que na última terça-feira sequestrou a família do prefeito de Querência do Norte, Carlos Benvenutti, levando o dinheiro arrecadado com a Festa do Arroz. A mesma quadrilha era a responsável pela série de roubos de lanchas em Querência do Norte (PR) e Porto Rico (PR). Agia, também, em municípios do Mato Grosso do Sul e do Paraguai.

Esta quadrilha pode ser a mesma que roubou uma lancha, quatro motores de barco, pertences de treze vítimas na região do Ipezal no dia (1) de setembro, no dia seguinte realizaram um roubo em uma propriedade rural em Nova Andradina onde levaram um veículo VW/Gol que foi abandonado em Novo Horizonte do Sul, na sequência, dia (3) o trio de assaltantes armados roubaram de outra propriedade rural em Novo Horizonte do Sul, um veículo Toyota/Corolla, que foi encontrado por policiais militares de Loanda (PR), incendiado em uma estrada vicinal.

ASSISTA AO VÍDEO

O líder da quadrilha, um homem de 37 anos, Marcio Adriano Paternolli foi morto em confronto com a polícia, em Querência, na estrada para Porto Felício. Um segundo integrante, de 32 anos, está preso e foi feita a apreensão de dois menores.

O major Ademar Carlos Paschoal, comandante do 8º Batalhão da PM, de Paranavaí (PR), informou que foram recuperados R$ 40,2 mil arrecadados com a Festa do Arroz, além de pertences da família do prefeito, quatro notebooks, cinco armas (escopeta, pistolas e revólver) e duas motos.

Marcio Adriano Paternolli de 37 anos, morto no confronto com a polícia - Foto: Reprodução/SBT

A ação que levou a prisão da quadrilha fez parte de uma série de operações que a Polícia Militar vinha realizando na região de Querência do Norte e de Porto Rico, já há algumas semanas, para solucionar os roubos das lanchas. Comandadas pelo 8º Batalhão de Paranavaí, as operações tiveram a participação do Batalhão de Fronteira, do 4º Batalhão da PM, de Maringá, do Graer – Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo, de Londrina (PR), da Polícia Ambiental e da Polícia Civil – que atuou com serviço de inteligência e investigação.

A intensificação das ações policiais na região foi determinada pelo governador Beto Richa. As operações foram organizadas pela Secretaria Estadual da Segurança Pública e Polícia Militar do Paraná. "Foram feitos bloqueios, arrastões e abordagens em veículos, motos e pessoas, nas cidades, nas rodovias, nas estradas rurais e nas ilhas", disse o major Paschoal. "Agimos em terra, ar e água. O trabalho foi ainda mais intensificado após o sequestro e roubo do prefeito de Querência", explicou ele.

A operação que pegou os bandidos começou por volta das 17h de sexta-feira (13). Na madrugada deste sábado, durante abordagem de veículo carregado com pneus contrabandeados, uma motocicleta com dois homens furou o bloqueio e foi perseguida por viaturas. Um dos homens, o carona, disparou contra os policiais. Na perseguição, por seis quilômetros, a moto caiu e os bandidos correram para o mato.

Foi neste confronto que o líder da quadrilha morreu. Um menor, de 17 anos, se entregou. Foram apreendidos, no local, três armas e R$ 11 mil. Ainda na madrugada foram feitas as prisões de outros dois homens, com mais duas armas, e recuperados o restante do dinheiro e os demais equipamentos roubados.

"A operação continua, porque mais dois homens, já identificados como integrantes da quadrilha, fugiram assim que tomaram conhecimento da operação policial", contou o major Paschoal. "Eles agiam com planejamento, pois foram encontrados croquis detalhados da casa do prefeito de Querência do Norte e de residências dos proprietários das lanchas", disse o comandante do 8º BPM. Um dos menores já havia sido apreendido dia 15 de agosto com o celular do proprietário de uma lancha roubada. Ele havia sido liberado, em seguida. O indivíduo que veio a óbito também já havia sido reconhecido por famílias vítimas dos roubos das lanchas.

"Foi uma operação bem sucedida, mas ainda não estou satisfeito porque o trabalho só estará completo quando forem feitas as prisões dos outros dois integrantes da quadrilha. Vamos prosseguir com as ações intensificadas", afirmou o major Paschoal.

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