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Projeto reduz custo de remédios no Estado

15 Ago 2007 - 05h40
Pesquisa recente da OMS (Organização Mundial da Saúde), realizada em parceria com a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), concluiu que 61% do que as famílias de menor renda gastam com saúde se destinam à compra de remédios. A mesma pesquisa apurou que 11% dessas famílias já venderam bens ou pediram empréstimos para manter o tratamento médico. Levantamento feito pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde) revelou, ainda, que 51,7% dos brasileiros interrompem o tratamento devido à falta de dinheiro para comprar os remédios.

Preocupado com esses dados, o deputado estadual Mauricio Picarelli (PMDB), a fim de propor agilidade, acessibilidade e facilidade no que diz respeito à saúde da população, apresentou na sessão desta terça-feira (14), na Assembléia Legislativa, o projeto de lei que dispõe sobre a criação do programa de “Farmácia Itinerante”, com o intuito de disponibilizar remédios a preço de custo para toda a população de Mato Grosso do Sul.

“Saúde é um dever do Estado e direito do cidadão”, enfatiza Picarelli, ressaltando que o programa atenderá a população mais carente, em especial os idosos, aposentados e pensionistas.

Conforme consta na matéria, no artigo 3º, caberá ao governo celebrar convênios, através de órgãos competentes, com a união de municípios e laboratórios fornecedores de medicamentos, objetivando assim o menor preço possível, bem como a comercialização de remédios de forma fracionada. Caso o projeto passe a vigorar como Lei, será utilizado um veiculo adaptado a esta finalidade, percorrendo bairros da Capital e interior do Estado, seguindo cronograma a ser traçado pelo órgão ao qual estará subordinada, onde serão definidos horário, data e local para a venda dos medicamentos.

Segundo Picarelli, autor do projeto, a população é que mais sofre com o aumento constante dos remédios, fazendo com que grande parte da renda familiar seja destinada a compra de medicamentos. Além disso, existe ainda o comércio de todo tipo de produto nas drogarias, fator que contribui para que o consumidor, já debilitado pela doença, seja incentivado a adquirir outras mercadorias, reduzindo ainda mais suas finanças.

“A implantação deste programa vem criar um meio alternativo para que as pessoas necessitadas tenham condições de adquirir medicamentos imprescindíveis à sua saúde, através de preços acessíveis, de modo a tratar suas doenças com o mínimo de dignidade e respeito a que todo ser humano merece”, finaliza o parlamentar.
 
 
MS Notícias

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