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Fátima do Sul, 16 de Dezembro de 2017
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14 de Dezembro de 2004 10h57

Prodetur-Sul mostra agilidade e garante recursos para MS

Com um intenso e eficiente processo de estruturação, o Programa de Desenvolvimento do Turismo no Sul do Brasil (Prodetur-Sul) já garantiu a liberação dos primeiros aportes de recursos para Mato Grosso do Sul. O deputado federal Vander Loubet (PT-MS) informou que o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) já aprovou convênios e duas ações fundamentais para o desenvolvimento sustentado: a pavimentação dos 70 km da MS-178 que liga Bodoquena a Bonito e um projeto de saneamento básico (água e esgoto) para esses dois municípios e também o de Jardim. As duas ações devem representar investimentos da ordem de R$ 60 milhões.

"Trata-se de uma importante vitória do governador Zeca do PT junto ao governo federal, notadamente por intermédio do Ministério do Esporte e Turismo. É importante reconhecer também o papel desenvolvido pela nossa superintendente de Turismo, Nilde Brum, que trabalhou com persistência para incluir Mato Grosso do Sul nesse projeto nacional estratégico para o turismo", frisou Vander. A princípio, o Prodetur-Sul englobaria apenas os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. As gestões de Zeca, Vander e Nilde Brum, ainda no seu primeiro mandato à frente da Superintendência Estadual de Turismo, foram decisivas para incluir o Estado na grade de investimentos.

A Serra da Bodoquena foi a região escolhida como área prioritária para os primeiros projetos do Prodetur em Mato Grosso do Sul. O programa é de gestão compartilhada através do Ministério do Esporte e Turismo - MET, junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), para o fomento da atividade turística dos estados da Região Sul e Mato Grosso do Sul. Os recursos previstos para os quatro estados são da ordem de US$ 400.000.000 e os projetos serão executados em quatro anos. O BID é o principal agente financeiro (60% dos investimentos), com participação do governo federal/Ministério do Turismo (10%) e mais 30% de contrapartida dos estados. O Banco do Brasil é o mutuário dos recursos junto ao BID.

Para participar do programa e assegurar retorno concreto, o Estado não precisou montar uma gande estrutura técnica. Utilizou recursos humanos disponíveis dentro do próprio governo e montou uma pequena equipe, mas eficiente e qualificada. Integrou órgãos como o Instituto Meio Ambiente Pantanal (Imap), a Fundetur, a Agesul e a Sanesul, tendo inclusive o apoio de consultoria técnica e profissional do próprio BID, com cursos em auditoria ambiental internacional. O projeto estadual foi aprovado em julho de 2003 pela Missão do BID em Foz do Iguaçu, quando Mato Grosso do Sul apresentou o Plano de Desenvolvimento Integrado para a Serra da Bodoquena.

"Seguramente, esse é um avanço de grande dimensão para o desenvolvimento sustentável em nosso Estado. Provamos dispor de técnicos qualificados, mesmo com uma estrutura técnica e de pessoal bem modesta em relação aos outros estados. É importante também observar outra vantagem do Prodetur-Sul, que é a possibilidade de incluir as emendas parlamentares e até as planilhas orçamentárias do Fundersul como contrapartida, o que amplia nossa capacidade de investimentos", argumentou Vander. Nesta terça-feira, 14, deve ser realizada uma reunião coordenada pela Seprotur para definir os próximos passos do programa. Com o Prodetur-Sul a região sudoeste do Estado ganha reconhecimento internacional na questão do desenvolvimento sustentado, com projetos que geram emprego e renda, melhoram a qualidade de vida da população, reduzem a sazonalidade do movimento turístico e ainda permitem criar roteiros integrados. (Edson Moraes).

 

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