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Policiais federais parados somam 13 mil; aeroportos têm fila

18 Abr 2007 - 15h42

Cerca de 13 mil servidores que exercem carreiras policiais na PF (Polícia Federal) aderiram à paralisação de 24 horas que a categoria promove nesta quarta-feira em todos os Estados, de acordo com estimativa da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais). Nos maiores aeroportos internacionais, como o de Guarulhos, na Grande São Paulo, há filas nos setores de embarque, devido à demora na conferência de passaportes.

De acordo com a Fenapef, nas superintendências estaduais, estão mantidos serviços básicos de carceragem; emissão de passaportes para casos de urgência; registro de flagrantes com presos e perícia de cenas de crimes. Nos aeroportos, os servidores fazem operação-padrão, ou seja, mantêm apenas metade do efetivo.

Em Guarulhos, às 14h30, a fila no setor de embarques internacionais tinha cerca de 250 pessoas e durava aproximadamente 40 minutos.

Os servidores ligados à Fenapef são das cinco carreiras policiais existentes na PF: delegados, agentes, escrivães, peritos e papiloscopistas.

O movimento realizado nesta quarta-feira é similar ao do último dia 28 de março. Naquele dia, a paralisação só não atingiu os Estados de Alagoas e Santa Catarina.

Brasília - Em Brasília (DF), os policiais realizaram uma caminhada desde a sede da superintendência até a Esplanada dos Ministérios. No começo da tarde, o Ministério do Planejamento decidiu marcar uma reunião com representantes da categoria para esta quinta-feira (19). Segundo a assessoria de imprensa da pasta, o secretário nacional de Recursos Humanos, Sérgio Mendonça, poderá participar da reunião.

Cerca de 300 pessoas participaram do protesto, segundo a PM (Polícia Militar). O número chegou a 500 de acordo com um dos organizadores, a ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal).

Outro importante efeito da paralisação em Brasília foi a interrupção das investigações ligadas à operação Hurricane.

Sem acordo - Os servidores da PF protestam pelo não-cumprimento de um acordo de reajuste salarial que foi firmado com o governo federal em 2006. Eles reivindicam o pagamento de um aumento de 30% previsto no documento. Semanas atrás, o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, chegou a negar a existência do acordo.

Em nota publicada em seu site, a Fenapef ressalta que o protesto desta quarta-feira também reflete a revolta da categoria com o Ministério do Planejamento, que marcou uma reunião no último dia 11, mas não recebeu a comissão de representantes. "

Mobilização paralela - Os servidores que exercem carreiras administrativas na PF não participam da greve desta quarta-feira, mas também estão em campanha. No último dia 11, foi a vez deles pararem por 24 horas por um plano de reestruturação da carreira; por equiparação de seus salários aos dos servidores policiais; e pelo fim das terceirizações.

Representados pelo SINPECPF (Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da PF), os servidores de carreiras administrativas - cerca de 4.500 em todo o país - exercem serviços internos nos setores de logística e protocolo, por exemplo.

Folha Online

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