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PMDB visita mais 3 Estados para discutir saída do governo

20 Nov 2004 - 08h01

O PMDB começou por Goiânia movimento nacional para declarar independência do partido junto ao governo federal. Líderes de expressão da legenda vieram foram à Goiás e conclamaram peemedebistas de todo o Estado a se posicionarem pela saída do PMDB do grupo de sustentação ao Palácio do Planalto.

A comitiva vai passar ainda pelo Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais na próxima semana. Coincidência ou não, no mesmo dia corriam boatos de que o PMDB goiano seria contemplado com um ministério. O senador Maguito Vilela seria nomeado ministro da Integração Nacional no lugar de Ciro Gomes, que seria deslocado para o Planejamento.

Maguito afirmou desconhecer os rumores e disse que a reunião programada para o início da noite de ontem com o ministro da Articulação Política, Aldo Rebelo, serviria para tratar de outros assuntos. Boatos à parte, a entrega dos dois ministérios que o partido ocupa – Comunicação e Previdência Social – foi confirmada pelo presidente nacional da legenda, deputado federal Michel Temer (SP), antes do encontro promovido com os filiados do PMDB na Câmara Municipal. “Queremos perder espaço no governo. Queremos ganhar espaço na opinião pública”, explica.

Temer também anunciou para fevereiro do ano que vem o início do recadastramento interno e logo após a realização de eleições primárias em todos os Estados, quando seria apontado o nome mais forte do PMDB como candidato a presidente da República. Os peemedebistas são unânimes quando expõem argumentos pró-independência: querem fortalecer-se para disputar as eleições de 2006 com o maior número possível de cabeças-de-chapa.

A tese que prevalece é de que não haverá “mero rompimento” e nem oposição sistemática ao presidente Lula, mas sim o desalinhamento automático do partido, principalmente no que tange à votação dos projetos de interesse do Executivo. No dia 5 de dezembro, o diretório regional do PMDB oficializa a tendência a ser seguida pelo partido em Goiás. Uma semana depois, no dia 7, 23 delegados do Estado votam na convenção nacional, em que será definida a postura que os peemedebistas adotarão dali pra frente.

Críticas ao PT foram utilizadas nos discursos de ontem como estratégia de reafirmação do anseio de independência do partido. Presidente do PMDB de São Paulo, Orestes Quércia fez comentários ácidos sobre a política social do presidente Lula, além de questionar o tratamento dispensado aos assuntos relacionados à Agricultura. O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho seguiu pela mesma linha. “O que se vê hoje é um governo (federal) medroso, com medo dos banqueiros. No Congresso, ao invés de conversar com deputados, prefere comprá-los”, atacou o ex-governador.

O jantar marcado para a noite de ontem entre parte da bancada do PMDB no Congresso Nacional e o presidente Lula não sinaliza reaproximação, segundo avaliação de Michel Temer. “Os peemedebistas simplesmente atendem a um convite. Nada mais.” O prefeito reeleito de Catalão, Adib Elias, o deputado federal Ênio Tatico (PTB), vereadores eleitos e reeleitos e deputados estaduais participaram do encontro do PMDB.


Diário da Manhã

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