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Brasil

PMA confirma a mortandade de peixes no rio Ivinhema

19 Jul 2007 - 07h58

Após vistoria realizada das 11h30 às 19h40 de ontem no rio Ivinhema, entre a ponte sobre a MS-376, que liga Nova Andradina a Ivinhema, até a ponte de madeira sobre a MS-141, que liga Nova Andradina a Angélica, a PMA (Polícia Militar Ambiental) constatou a veracidade da denúncia, feita no dia 17 de julho, sobre a mortandade de peixes no rio. No local, os policiais militares ambientais encontraram emersos e já mortos em avançado estado de putrefação pelo menos 18 exemplares de pescado da espécie armal ou abotoado e duas da espécie de piapara ou piau-verdadeiro.

De acordo com o 2º sargento PM Anselmo Tolotti, não se trata de um fato novo, já que a mortandade dos peixes já vinha ocorrendo desde o fim de dezembro de 2006, porém, tinha cessado há alguns meses. Portanto, preocupadas com essa situação, as autoridades ambientais de Ivinhema recorreram ao prefeito Renato Pieretti Câmara, que solicitou auxílio ao grupo de pesquisas em recursos pesqueiros e limnologia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná e ao IAP (Instituto Ambiental do Paraná).

Já que, com intuito de investigar as possíveis causas da mortandade de peixes, o engenheiro de Pesca Ângelo Ferreira Pieretti tinha coletado, em fevereiro deste ano e novamente em março, as amostras de água e de peixes. Os resultados foram emitidos em abril e apontaram que os peixes continham a presença de metais pesados tipo chumbo e cobre, porém, ficou constatada uma alta concentração de cobre, sendo esta substância apontada como a responsável pela morte da grande maioria dos indivíduos contaminados.

Agora, com o retorno da mortandade de peixes, será encaminhado pela PMA relatório pormenorizado sobre essa situação ao comando-geral em Campo Grande para que ele seja entregue à Semac (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e da Tecnologia). Por sua vez, conforme Tolotti, a Semac fará estudos mais aprofundados no sentido de localizar as fontes poluidoras para que assim possa evitar que tal mortandade de peixes perdurem na região.

O policial militar ambiental ressalta ainda que a PMA já contatou informalmente a gerente de Apóio Operacional da Semac, Maria Célia Montanholi, sobre a necessidade de um trabalho nesse sentido. Ele destaca que a vistoria realizada no rio também informada ao diretor-superintendente da Fundação do Meio Ambiente e Turismo de Ivinhema, engenheiro-agrônomo Paulo Cezar Tamanini, e à bióloga Elisângela Ferreira.

 

 

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