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Perdas no milho safrinha podem chegar a 20% em MS

24 Jul 2007 - 13h39
O forte da colheita do milho safrinha ainda não começou, mas os produtores já estimam perdas expressivas por conta do clima adverso. Principal pólo produtor, Maracaju pode ter perda de até 20%, segundo o presidente do Sindicato Rural, Luís Alberto Moraes Novaes. Em âmbito estadual se fala em uma safra abaixo de 2 milhões de toneladas do grão.
Novaes afirma que ventos muito fortes derrubaram milho no chão. Além disso, acrescenta, a chuva que caiu na semana passada, interrompendo a estiagem que completou 50 dias, veio muito tarde para salvar as plantas que vinham agonizando por falta de água. Em Maracaju foram plantados 120 mil hectares com milho.
Perdas – Para o gerente da maior cooperativa agrícola do Estado, a Cooagri, Maurício Peralta, a tendência é que as perdas fiquem acima de 20% entre todas as regiões produtivas. A previsão inicial, afirma, apontava safra de 2,4 milhões de toneladas do grão e a última 2,2 milhões. “Eu acho que a produção fica abaixo de 2 milhões de toneladas”, acredita. Para ele, esta tendênia deve ser mostrada na próxima reunião dos técnicos do IBGE.
Segundo Peralta, a falta de chuva trouxe prejuízos a toda a faixa de produção, que passa principalmente por Rio Brilhante, Maracaju e Dourados. Nos municípios de fronteira, afirma, ocorreram ainda as perdas por conta da geada, já apontadas pelo IBGE no último prognóstico.
Preços – Embora os preços pagos pelo mercado hoje estejam menores que os firmados nas semanas anteriores, a perspectiva é boa, segundo Leon Dávalos, da Granos Corretora de Grãos. Cerca de 15% da área plantada no Estado foram colhidos e o que é vendido no momento é para cumprir contratos, fechados entre 14,50 e R$ 15,00 a saca de 60 quilos. Neste momento os negócios estão na casa dos R$ 13,50 a R$ 14,00.
Os leilões realizados pelo governo federal, que têm destinado o grão à exportação, ajudam a segurar os preços. Por isso, acredita Dávalos, mesmo no auge da safra a tendência é que os preços se mantenham. Recentemente o governo federal aumentou o prêmio pago pelo milho.
 
 
 
Dourados News

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