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2 de Setembro de 2004 17h52

Pecuaristas do Pará já perderam R$ 45 milhões com a aftosa

 Os pecuaristas do Pará perderam R$ 45 milhões desde junho deste ano, quando o governo confirmou um foco de febre aftosa no rebanho bovino do município de Monte Alegre. O cálculo é da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (AdePará). A informação é da assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura. A estimativa considera o recuo de R$ 3 na arroba do boi gordo.

"O deságio em razão do foco de aftosa significou uma perda mensal de 15 milhões, já que são abatidos uma média de 200 mil animais por mês", informou o diretor da AdePará, Luiz Pinto. Ele lembrou, no entanto, que o deságio tem se reduzido. A arroba é negociada a cerca de R$ 50 no Estado.

O delegado federal da Agricultura no Pará, Moisés Moreira dos Santos, lembrou que o deságio em relação a outros estados já existia, mas o registro do foco de aftosa em Monte Alegre aprofundou ainda mais a desvalorização da carne paraense. Entre as causas do deságio, Moisés Santos aponta a falta de reconhecimento como área livre de aftosa com vacinação, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), da principal região produtora do estado.

Em janeiro de 2005, o Ministério da Agricultura poderá autorizar a saída de carne do sul do Pará para as demais regiões do Brasil, diz o diretor Luiz Pinto. A retomada das exportações deve acontecer em maio. Atualmente, o produto do sul do Pará sai livremente apenas para os estados do Nordeste. Para a região Sul do país, a carne só pode seguir desossada e maturada.

 
Estadão
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