Menu
SADER_FULL
quinta, 17 de janeiro de 2019
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
Busca
CANTINA BAH
Brasil

Paraolimpíada começa amanhã com 4 mil atletas

16 Set 2004 - 15h07
Para alguns a Paraolimpíada, que começa na sexta-feira, é apenas um evento secundário depois que os atletas olímpicos deixaram a cidade. Mas para 4 mil atletas de 140 países e 15 mil voluntários, ela é o ponto alto.

"A Paraolimpíada tem peso", diz o britânico Tanni Grey-Thompson, que já conquistou 14 medalhas nos últimos quatro Jogos.

"Ela cresceu tanto desde que eu comecei a competir em Seul, em 1988, que é agora o segundo maior evento esportivo do ano".

Os primeiros "jogos em cadeiras de rodas" aconteceram em Londres, em 1948, como uma maneira de reabilitar pessoas com problemas na coluna e ajudar veteranos de guerra que sofreram sequelas a reconquistarem a auto-estima.

Desde Roma, em 1960, os Jogos acontecem a cada quatro anos, normalmente no mesmo lugar da Olimpíada, e cresceram muito tanto em tamanho quanto em prestígio.

Estes Jogos em Atenas superam as Olimpíadas de Inverno em termos de atletas - apenas 2.399 participaram dos últimos Jogos de Inverno em Salt Lake City, em 2002.

São 19 os esportes disputados. Quinze também existem na Olimpíada e quatro são exclusivos da Paraolimpíada: bocha, que é parecido com o boliche; goalball, esporte para atletas com problemas visuais; levantamento de peso deitado e rúgbi em cadeira de rodas.

Os atletas competem de acordo com o tipo de deficiência. As categorias são: amputados, paralisia cerebral, problemas de visão e cadeiras de rodas. Há uma outra categoria chamada "os outros", para atletas que não se encaixam nas anteriores.

Dentro dessas categorias os atletas ainda são divididos de acordo com diferentes níveis de capacidade.

Para os que minimizam os feitos desses atletas, deve ser lembrado que o recorde paraolímpico dos 100 metros, do nigeriano Adjibola Adeoye, fica apenas 0s94 atrás da marca de Tim Montgomery, recordista mundial na distância com 9s78. Adeoye tem apenas um braço.

Já a norte-americana Marla Runyan, que é parcialmente cega, mostrou a qualidade da competição quando tornou-se a primeira atleta paraolímpica a disputar a Olimpíada. Há quatro anos ela terminou em oitavo nos 1.500 metros.

 

Terra Redação

Deixe seu Comentário

Leia Também

GASES MORTAIS
Homem morre após segurar peidos na casa da namorada
REALITY SHOW
'BBB 19': Danrley diz ser virgem, e irmã brinca: 'Nem no signo'
ALERTA
Smartphone afeta a saúde mental, e o dano pode começar em crianças de 2 anos!
TRAGÉDIA
“Tentei socorrer ele, mas não deu certo”: conta filho de motociclista levado por enxurrada
FURIA DA NATUREZA
Enxurrada derruba casa e provoca pânico e destruição
NOVELA GLOBAL
Gabriel e Valentina viram inimigos mortais em 'O sétimo guardião'
REALITY SHOW
BBB 19 começa hoje. Na Rocinha Casa de Darnrley vira "QG" de Torcida
POSSE DE ARMAS
Bolsonaro assina nesta terça-feira decreto que facilita posse de armas
HEROINA
Professora Helley, que salvou crianças de incêndio em Janaúba, é homenageada e dá nome a rodovia
FAMOSIDADES
Doente, José Mayer foi esquecido pela Globo e abandonado por ‘Amigos’